O Tribunal Constitucional de Angola autorizou a legalização do 11.º partido político angolano, a Aliança Patriótica Nacional (APN), fundado e presidido por Quintino António Moreira, segundo despacho a que a Lusa teve acesso.
O secretário de Estado dos Direitos Humanos de Angola Bento Bembe reconhece a existência de violações dos Direitos Humanos no país, mas afirma não ser caso único deste país.
Encontrar uma pessoa para dividir a vida não é das tarefas mais fáceis. Ter certeza de que as pessoas são realmente quem elas querem que você pense que são também não. E quando esse contato acontece pela internet tudo pode ser ainda mais complicado. Pode ser, mas isso não é uma regra.
O Wall Street Journal dedica hoje um extenso artigo à influência da China em África, nomeadamente em Angola, concluindo que o abrandamento da segunda maior economia do mundo tem um forte impacto no relacionamento com os países africanos.
Funcionários temem que o afastamento de Celso Malavoleneke seja o princípio de uma estratégia para esvaziar o jornal.
Tribunal Provincial de Luanda absolveu, na quarta-feira, os três cidadãos acusados de estarem envolvidos, em 2014, na morte do Tenente General das Forças Armadas Angolanas (FAA) na reserva, Diogo Manuel da Fonseca " Mucongo", por insuficiência de provas.
Em 2011, a transportadora angolana de bandeira obteve um resultado negativo avaliado em 6,7 mil milhões Kz. Em 2012, perdeu 1,8 mil milhões Kz.
O Parlamento Europeu aprovou resolução em que é denunciado o “rápido agravamento” da situação dos direitos humanos em Angola, a violação das liberdades e os "graves abusos por parte das forças de segurança e a falta de independência do sistema judicial". A resolução, que foi subscrita por Marisa Matias, “insta as autoridades angolanas a libertarem imediata e incondicionalmente todos os defensores dos direitos humanos, incluindo Marcos Mavungo e os ativistas 15+1 detidos em junho de 2015”.
A Amnistia Internacional declarou como "prisioneiro de consciência" o ativista José Marcos Mavungo, detido em Cabinda desde março e que arrisca uma pena de até 15 anos de prisão, acusado do crime de rebelião contra o Estado angolano.
Do sector petrolífero angolano, tardam em chegar notícias positivas. Pelo contrário, as perspetivas são de continuação de preços baixos, e consequente perda de receitas para o Estado. Entretanto, as petrolíferas fazem pressão sobre o governo queixando-se do custo das suas operações em Angola, que tornam o país pouco competitivo no sector.