Vários disparos de armas de fogo foram efetuados hoje na estância turística de Grand-Bassam. Há 16 mortos, entre civis e militares. Atiradores gritaram "Allahu akbar" (Alá é grande).
À revista The Atlantic, presidente norte-americano disse que situação atual no país é um "show de merdas"; Paris não quis comentar, e Londres minimizou fala
Com o anúncio da sua retirada da "política activa", o Presidente da República de Angola tem o objectivo imediato de aliviar a pressão sobre o país e mitigar as críticas, internas e externas, de que é alvo.
Uma das frentes mais activas do conflito político-militar, que decorre há vários meses em diversas regiões de Moçambique, acontece no distrito de Murrupula, na província de Nampula, norte de Moçambique, onde oficialmente um contingente da Polícia da República de Moçambique(PRM) foi enviado para a localidade de Naphuco para repor a ordem, alegadamente perturbada por homens armados da Renamo, e um agente terá sido raptado. Na verdade, um esquadrão de elite das forças governamentais foi enviado para o local.
Razões de saúde poderão explicar anúncio da retirada de Eduardo dos Santos em 2018. Mas o país está mal
Isabel dos Santos reagiu à decisão comunicada sexta-feira pelo seu pai, José Eduardo dos Santos, de abandonar a "política activa" em 2018.
Lisboa - Lisboa - A empresária angolana Isabel dos Santos, filha do presidente José Eduardo dos Santos, entregou ao seu marido, Sindika Dokolo, a participação indireta de quase 7% que tinha no capital da maior petrolífera portuguesa, a Galp Energia, segundo a edição deste sábado do jornal "Expresso".
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, realçou a importância de Angola na diplomacia portuguesa e defendeu que Portugal “não está em condições de substituir” aquela antiga colónia na política externa. Uma palavra “politicamente incorrecta”, como o próprio admitiu, no discurso de despedida da liderança do partido.
O presidente da UNITA defendeu hoje que se o maior partido da oposição tivesse sido poder em 1975, Angola não tinha entrado em guerra, denunciando como exemplo que desde a paz já morreram 85 militantes em incidentes com o MPLA.
Eugénio Costa Almeida, investigador angolano-português, alerta que o tempo até à eventual saída do Presidente de Angola (no poder desde 1979 sem nunca ter sido nominalmente eleito), José Eduardo dos Santos, da política activa, hoje anunciada para 2018, poderá não chegar para preparar um sucessor, com riscos para a estabilidade.