Obs.: Às vezes ao evitar citar certos nomes em determinados artigos que escrevo, isto não significa que não poderei faze-lo qualquer dia, levo apenas em consideração as situações desagradáveis que se cria para as pessoas quando citadas num país como nosso que mais se parece a um presídio.
Tenho tantos amigos que me rogam para não serem citados por enquanto, sob o risco de perderem os seus empregos e posições que ocupam no governo e fora dele, assim como muitos que até para nos comunicarmos só mesmo com base em códigos, números trocados e nomes fabricados como uma única hipótese de se escapar naquelas horas, minutos e segundos que soubemos os espiões não estarem acordados.
Por isso, peço a vossa compreensão.
Fernando Vumby | Fórum Livre Opinião & Justiça
1. A recente publicação de Agostinho Neto. O Perfil de um Ditador. A História do MPLA em Carne Viva [2 V., Lx., Vega], de autoria Carlos Pacheco, um historiador de ofício, é uma oportunidade para uma reflexão sobre as narrativas biográficas dedicadas a personagens que se destacaram na liderança dos Movimentos de Libertação (MLs), e pelo facto de se terem tornado os primeiros chefes de governo na era pós-colonial ou pós-apartheid, ou terem disputado tal poder. Este universo é objecto de um crescente interesse quer no amplo espaço da cultura histórica quer de várias disciplinas académicas.
Um estudo britânico analisou o tamanho de pênis a nivel mundial e os dados afirmam que a média de pênis angolano é de 16,90 centímetros, estando em 6º lugar, num ranking dominado por países africanos.
Nick Cannon, ex marido da cantora, revelou que Mariah gostava de ter sexo enquanto ouvia as suas próprias músicas
Sindika Dokolo, genro do presidente da República de Angola, organizou um festival musical denominado Zwa que custou 40 milhões de Kwanzas, para homenagear José Eduardo dos Santos, como “homem de música”.
Por Pedrowski Teca | F8
Eleito vice-presidente do MPLA, João Lourenço é agora um dos mais sérios nomes para substituir José Eduardo dos Santos. Prudente nas primeiras declarações, prefere adoptar outra estratégia e apontar como prioridade as eleições gerais de 2017.
Em entrevista ao Jornal de Angola, o juiz-conselheiro-presidente da instituição, general António dos Santos Neto “Patónio”, considerou que por ser diminuta, e por força do próprio desenvolvimento das FAA, a Lei dos Crimes Militares deixou de servir os seus interesses, pois muitos crimes cometidos por militares já não se revêem neste diploma legal.
A Fundação Dr. António Agostinho Neto deplorou, em Luanda, o conteúdo do livro de Carlos Pacheco, antigo comando colonial português em Angola e Moçambique, lançado em Lisboa, em Julho de 2016, cujo conteúdo acusa o primeiro presidente angolano de práticas repugnantes, sem, no entanto, apresentar uma única prova factual ou documental.
O governador do Banco Nacional de Angola “BNA”, Valter Filipe da Silva, admitiu que o Banco Central pondera retomar a venda de divisas aos bancos comerciais, para libertar o dinheiro cativo em contas bancárias abertas em Angola. Valter Filipe teceu estas declarações, quando prestava esclarecimentos aos parlamentares da Assembleia Nacional, durante a discussão na especialidade da Proposta de Lei do Orçamento Geral do Estado (OGE) Revisto de 2016.
Tentava remover alguns problemas para poder opinar sobre a nomeação João Lourenço e Paulo Kassoma, para os cargos de Vice-Presidente e Secretário-Geral do MPLA, quando o primeiro logo me arrepiou as dificuldades, para recordar a verdade àqueles que já se animam com a ideia de que desta vez o “chefe” vai mesmo sair, “que bom!”