Sexta, 21 de Junho de 2024
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A União das Cooperativas e Associações de Taxistas e Mototaxistas de Luanda está a negociar com as autoridades o aumento para o dobro da tarifa de táxi, atualmente fixada em 150 kwanzas (0,16 euros), informou hoje o seu presidente.

Os sindicatos dizem estar disponíveis para dialogar com o Governo e ameaçam avançar para uma segunda greve geral entre os dias 22 e 30 de abril.

O constitucionalista e ex-primeiro-ministro angolano Marcolino Moco disse hoje que a greve geral reflete o “desprezo” a que têm sido votados os trabalhadores, face à evolução negativa da situação económica e social em Angola.

Os funcionários públicos angolanos iniciam hoje a primeira fase da greve geral convocada pelas três centrais sindicais, que terá a duração de três dias, reivindicando aumentos salariais e redução dos impostos.

As centrais sindicais angolanas reafirmaram hoje que mantém a greve geral, com início previsto para quarta-feira, lamentando a falta de propostas concretas do Governo sobre as suas reivindicações, em seis rondas negociais já realizadas.

O antigo militante do MPLA que em 2022 abandonou o partido para se juntar à UNITA, onde foi eleito deputado Independente diz que abandonou Grupo Parlamentar da UNITA para a desenvolver as suas acções em prol da sociedade civil “sem estar subordinado à estratégias partidárias”.

O Presidente angolano, João Lourenço, sugeriu hoje que conseguiu renegociar os termos da dívida de Luanda junto de credores chineses, após um encontro com o primeiro-ministro chinês, no início de uma visita oficial à China.

A ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS) defendeu, quarta-feira, em Luanda, um Salário Mínimo Nacional (SMN) que possa estar entre 40 e 96 mil kwanzas, para os trabalhadores das micro, médias e grandes empresas.

A União de Cooperativas e Associações de taxistas e mototaxistas de Luanda queixam-se da falta de resposta das autoridades às suas preocupações, como a retirada de apoios, e prometem parar nos próximos dias 25 e 26 de março.

O representante do FMI em Angola, Vitor Lledo, defendeu hoje que há condições para prosseguir este ano com a retirada dos subsídios aos combustiveis, desde que acompanhada de medidas de mitigação “focalizadas” e eficazes.

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