Os oficiais de justiça angolanos iniciam hoje uma greve que se prolonga ate 14 de novembro, exigindo a aprovação do estatuto remuneratório, melhores condições de trabalho e a reposição de subsídios.
O Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos angolano considerou hoje que a greve convocada pelos oficiais de justiça “é ilegal”, por não ter sido precedida de uma assembleia de trabalhadores, e afirmou desconhecer a existência de qualquer conflito laboral.
O Presidente da República assinou uma autorização de despesa, no valor de 33,2 milhões de euros, para a contratação, por ajuste directo, de professores cubanos para os cursos de medicina e de ciências da saúde das universidades públicas do País.