O Governo angolano considerou hoje que “existem factos inequívocos” que confirmam a sua postura “dialogante, aberta, humilde, e que procura dar resposta às necessidades dos cidadãos”, garantindo que na sua relação com a sociedade “não existem muros”.
O presidente do grupo parlamentar da UNITA defendeu hoje que as eleições angolanas “não são uma questão de vida ou morte” e que o povo “é pacifico”, considerando que o problema está nas lideranças.
A Polícia Nacional deteve, na semana finda, o director adjunto de uma escola pública, denominada "Povo em Luta", localizada no Distrito Urbano da Samba, em Luanda, por, supostamente, ter abusado sexualmente, inúmeras vezes, uma aluna, de 14 anos, ao ponto de a engravidar.
A UNITA anunciou hoje que vai requerer a audição parlamentar do presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) e questionou a escolha da empresa Indra, já condenada em Espanha por comissões ilegais, para organizar a logística das eleições gerais agendadas para agosto.
Exigem aumento de 367%: Sindicatos não concordam com o aumento do salário mínimo em 50% e sentem-se ‘enganados’ pelo Governo. Economista apela para continuação do diálogo com os sindicalistas e empresários e alerta para os efeitos da inflação.
O Presidente da República de Angola, João Lourenço, transmitiu hoje uma mensagem de encorajamento e solidariedade ao seu homólogo da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, na sequência da tentativa de golpe de Estado de terça-feira.
O Governo angolano desmentiu, esta terça-feira, que tenha retirado ao antigo Presidente José Eduardo dos Santos o apoio institucional a que tem direito por Lei e o impedido de viajar para o exterior do país.
Os bispos católicos angolanos defenderam esta terça-feira “verdade, justiça e transparência” na preparação das eleições gerais, previstas para agosto próximo, e exortaram todos os cidadãos a participarem do processo com “alto sentido de responsabilidade” e a “evitarem absentismo”.
A Frente de Libertação do Enclave de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) pede o boicote às eleições gerais em Angola e garante que não se vai render, ao mesmo tempo que defende negociações com Luanda, sob mediação internacional.
Os bispos católicos angolanos consideraram hoje que se verifica em Angola um “perigoso vazio de diálogo” entre "governantes e governados" e entre as lideranças partidárias, o que “eleva o radicalismo e intolerância”, num contexto de “assustadora” pobreza.