Produtores e importadores angolanos devem informar o Governo, a partir de 2024, anualmente, sobre as suas necessidades de aquisição de insumos e as intenções de compra de bens de amplo consumo.
O Orçamento Geral do Estado (OGE) angolano para 2024 contempla 50 mil milhões de kwanzas (60 milhões de dólares) para contratar funcionários públicos e 10 mil milhões de kwanzas (12 milhões de dólares) para fomentar o emprego.
Os salários da administração pública angolana registaram um crescimento médio anual de 10%, entre 2017 e 2022, correspondendo a uma média anual de 1,9 mil milhões de kwanzas (2,1 milhões de euros), segundo um documento que visa um novo regime salarial.
O Executivo prevê reduzir a taxa de desemprego em todo o país para 25 por cento, até 2027, através da Agenda Nacional do Emprego, instrumento aprovado, recentemente, pelo Conselho de Ministros, para estimular a capacidade da economia nacional e gerar empresas.
O Governo angolano estima que as despesas com subsídios aos combustíveis atinjam os 1,82 biliões de kwanzas (2.1 mil milhões de dólares) em 2023 contra os anteriores 1,99 biliões de kwanzas (2.4 mil milhões de dólares) em 2022.
O Governo angolano prevê um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2,8% em 2024, como reflexo do crescimento do setor não petrolífero com uma taxa de 4,6% e uma inflação na ordem dos 5,3% no mesmo ano.
Luanda vai acolher no próximo sábado uma cimeira da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) consagrada à República Democrática do Congo, segundo informação divulgada pelo centro de imprensa da Presidência angolana.
O Presidente da República, João Lourenço, dirigiu na segunda-feira (30), a reunião da Comissão Multissectorial de Acompanhamento às Obras do Aeroporto Internacional António Agostinho Neto e da conclusão das quatro estações ferroviárias.
O representante do FMI para Angola elogiou hoje a determinação do Governo angolano no processo de retirada do subsídio aos combustíveis, apesar da sua complexidade.
A redução dos níveis de contrabando de combustível em Angola vai continuar se não forem revistos os preços atualmente praticados no país e enquanto continuar a ser um negócio que envolve figuras ligadas ao Governo, às forças armadas e à polícia nacional.