Os deputados Rui Falcão, nomeado ministro da Juventude e Desportos, e Diogo João Gaspar, actual governador da província do Kuanza Norte, suspenderam esta quinta-feira, 21, os seus mandatos na Assembleia Nacional.
A Assembleia Nacional de Angola rejeitou hoje os requerimentos da UNITA (oposição) sobre a greve geral convocada pelas centrais sindicais, que entra hoje no segundo dia, e dos votos de saudação à concertação social.
País a que os angolanos mais devem é a China, aonde João Lourenço se deslocou na última semana para, entre outro temas, encetar negociações que levassem ao alívio da dívida.
O Governo angolano anunciou hoje que “por razões de ordem financeira” não publicará este ano o edital para a aceitação de candidaturas a bolsas de estudo para universidades fora do país.
O grupo parlamentar da UNITA, na oposição, saudou hoje o início da greve geral na função pública, considerando que Angola precisa, “definitivamente”, de rever as políticas remuneratórias.
Tomás Bica, antigo administrador municipal do Cazenga, e membro do Comité Central do MPLA, assim como a ex-administradora para área técnica, Madalena Gomes Fernando, podem enfrentar a Justiça em breve, caso não consigam apresentar à Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP), órgão da Procuradoria-Geral da República, os documentos do exercício económico 2020-2023 que estão em falta na administração do Cazenga, soube o Novo Jornal.
Sindicatos angolanos de diferentes setores denunciaram hoje ameaças aos trabalhadores para que não adiram à greve geral, que começou hoje no país para reivindicar melhoria salarial e redução de impostos.
Apesar de pouco visível, a primeira fase da greve geral da função pública convocada pelas centrais sindicais para reivindicar aumentos salariais e redução dos impostos é uma realidade nos sectores da educação, saúde e justiça, mas no sector privado os funcionários trabalham com a maior normalidade, constatou o Novo Jornal.
Imigrantes africanos em Angola elogiam a hospitalidade dos angolanos mas queixam-se das enormes dificuldades para legalizarem a sua situação no país.
Um cidadão, de 30 anos de idade, foi detido, no Lubango, província da Huíla, pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), por falsa identidade, fazendo-se passar por director de gabinete do Presidente da República, João Lourenço, para burlar um gestor público.