O parlamento angolano condenou, esta sexta-feira, o ataque a uma caravana da UNITA, maior partido da oposição, ocorrido hoje na província do Cuando Cubango, que provocou pelo menos nove feridos e dois desaparecidos.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu sexta-feira, 12, que a presidente da Assembleia Nacional, Carolina cerqueira, deveria manifestar-se de "imediato" sobre o ataque a uma caravana do seu partido na província do Kuando Kubango onde morreu um dos seus dirigentes locais.
O Presidente angolano disse hoje, em Luanda, que “os dinheiros públicos são para ser bem gastos, criticando o empreiteiro da obra do novo Hospital Geral de Luanda, hoje inaugurado, por solicitar um valor adicional “muito acima” do contrato.
O Banco Nacional de Angola (BNA) anunciou hoje que vai cessar no país a emissão de cheques interbancários a partir de 31 de dezembro de 2024 e a sua aceitação um ano depois, devido à reduzida utilização.
A desvalorização da moeda nacional (Kwanza) poderá reduzir de 40%, registado em 2023, para 3% ao longo deste ano, facto que vai implicar ter uma taxa de câmbio estável e, consequentemente, registar-se uma valorização significativa do dinheiro angolano, face ao dólar norte-americano e o euro.
Três meses após o lançamento das novas chapas de matrículas, duas das quatro empresas licenciadas pela Polícia Nacional (PN) para a produção do material denunciam que estão a ser impedidas de exercer a actividade. Firmas acusam PN de dar monopólio do negócio à Controlauto, de Leonel da Rocha Pinto, membro do Comité Central do MPLA.
O Presidente da República, João Lourenço, inaugurou esta sexta-feira, em Luanda, o Hospital Geral de Viana Bispo Emílio de Carvalho, com capacidade para 356 camas, metade das quais reservadas à pediatria.
O porta-voz das centrais sindicais angolanas disse que o Governo se tem mostrado insensível às reivindicações dos trabalhadores, que vivem em situação de “extrema pobreza”, devido aos baixos salários, e promete mobilização na próxima fase da greve geral.
A Etiópia é a campeã em barreiras ao comércio e investimento externo entre os 11 países africanos analisados pelos EUA. Costa do Marfim, Gana e Quénia impõem restrições ao investimento estrangeiro nalguns sectores e Angola abusa dos ajustes directos e continua a ser terreno fértil para a corrupção, aponta relatório dos EUA.
A vice-presidente do grupo parlamentar da UNITA lamentou hoje a falta de vontade política para se criarem autarquias locais em Angola, sublinhando que é o único país africano da região austral e da lusofonia sem poder autárquico.