As autoridades sanitárias de Luanda estão preocupadas com o aumento de casos de malária, além do surgimento de dengue e chikungunya, com o registo já de seis óbitos, nos arredores da capital angolana.
O julgamento de uma seita religiosa, em curso em Angola, permitirá esclarecer os eventos de abril de 2015 na província de Huambo, marcados por alegações contraditórias das autoridades e de grupos da oposição e ativistas, considera a Human Rights Watch.
Luanda - O Parlamento Angolano e o Conselho da Federação da Assembleia Federal da Rússia manifestaram nesta quarta-feira o interesse de aumentar as trocas e o intercâmbio parlamentar. Para tal, um Protocolo de cooperação será rubricado nesta quinta-feira, em Luanda, no quadro da primeira visita oficial do primeiro vice-presidente do hemicíclo europeu, Nikolai Federov.
O economista e empresário angolano Damião Paulo defende que desvalorização da moeda nacional, o kwanza, só vai terminar quando houver um aumento da produção nacional e não depender das importações.
Huambo - Os cinco réus ouvidos até ao momento pelo Tribunal Provincial do Huambo, dos 10 acusados de crimes de homicídios que envolvem o líder da seita religiosa "Luz do Mundo", José Kalupeteca, negaram em juízo, nesta terça-feira, a sua participação nos delitos. Os mesmos assumiram-se apenas como membros da organização e residentes do Monte Sumi.
O rendimento médio pedido pelos investidores à compra da dívida pública em moeda estrangeira dos países da África subsaariana, incluindo Angola, ultrapassou os 9,4%, tornando inviável a emissão de dívida, precisamente quando estes mais precisam.
Para o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, a venda da casa é “mais do que um alívio” porque “existia uma preocupação grande” por estar “ao abandono”
A secretária-geral da Organização da Mulher Angolana (OMA) defendeu hoje, em Luanda, o agravamento da penalização para os crimes de violação sexual, com a pena de morte ou prisão perpétua, face aos níveis alarmantes da situação.
A campanha de Lula à reeleição de 2006 teria contado com até cerca de U$D 23 milhões de propina proveniente da compra de US$ 300 milhões blocos de exploração petróleo na África, de acordo com o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.
O governo angolano manifestou na terça-feira desagrado por a sua imagem estar, alegadamente, a ser lesada nas redes sociais, ferramenta que organizações e ativistas contactados pela Lusa dizem ser fundamental como contrapoder.