A opção do governo angolano em não recorrer a um empréstimo do Fundo Monetário Internacional (FMI) representa um "aumento dos riscos" para o país "se outras formas de financiamento não estiverem disponíveis", avisou Federico Salazar, analista da agência de "rating" Fitch.
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda - Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) apelou hoje aos portugueses nascidos no enclave para aderirem ao movimento separatista e participarem na luta pela independência.
A proposta do limite de despesa para o Orçamento Geral do Estado (OGE) angolano, dependente das receitas petrolíferas, deverá ser apreciada até 28 de julho pelo executivo, segundo documento governamental a que a Lusa teve hoje acesso.
O Presidente angolano autorizou a estatal Sonangol, por despachos a que a Lusa teve hoje acesso, a alterar os contratos de partilha com outras petrolíferas em dois blocos, um dos quais participado pela portuguesa Galp, para os viabilizar.
Opinião é dos partidos da oposição.
A recente recusa pelo Governo de Angolano do empréstimodo Fundo Monetário Internacional (FMI) previamente solicitado por Luandaestá adar azo às mais diversas interpretações no país.
Manuel Chivonde Baptista, "Nito Alves", o único dos 17 activistas que permanecia detido no âmbito do processo "15+2", foi hoje libertado e já está em casa, confirmou o Novo Jornal.
Inquérito do Ministério do Interior angolano sobre incidentes envolvendo deputados em Benguela é questionado pelo maior partido da oposição. Presidente José Eduardo dos Santos promete que Governo vai clarificar o caso.
Acusação é de um familiar do líder religioso que acrecenta haver agressões e expulsão de fiéis das suas casas.
A administração da petrolífera angolana Sonangol, liderada desde junho pela empresária Isabel dos Santos, suspendeu todos os processos de negociação e alienação de todo o património do grupo, segundo deliberações a que a Lusa teve acesso.
Nota dos peritos da unidade de análise da revista britânica pronuncia-se em tom crítico.
A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que a desistência de Angola de obter financiamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) é "uma abordagem negligente dada a seriedade dos desafios económicos e financeiros" que o país enfrenta.