Terça, 14 de Abril de 2026
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Carlos Rosado de Carvalho considera que a dependência do petróleo é o grande obstáculo para resolver a crise económica e financeira em Angola. O economista foi orador num debate sobre os problemas da economia angolana.

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A Polícia Nacional angolana anunciou ter em curso uma "mega operação" de patrulhamento em Luanda, hoje e domingo, para "devolver o sentimento de segurança" à população, após registo de vários assaltos com homicídios e sequestros.

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O 'rapper' luso-angolano Luaty Beirão, condenado por atos preparatórios para uma rebelião, foi transferido na noite de sexta-feira para as enfermarias de um hospital-prisão de Luanda e já começou a ser tratado a uma infeção por malária.

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Uma manifestação a pedir a libertação de ativistas angolanos conseguiu juntar apenas oito pessoas em Bruxelas. Organização justifica-se com ação "muito rápida" sem tempo para mobilização.

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O coordenador do grupo de acompanhamento do secretariado do Bureau político à província do Namibe e membro do Comité Central do MPLA, Carlos Maria Feijó, afirmou nesta cidade, que o processo preparatório para as eleições de 2017 do MPLA, teve início sexta-feira, com a realização da XI conferência provincial ordinária na província do Namibe.

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é financiador das exportações de bens serviços brasileiros utilizados na obra da hidrelétrica de Cambambe, em Angola. O exportador brasileiro é a Construtora Norberto Odebrecht e o contratante da obra é o governo de Angola.

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A Polícia Federal está a investigar se o ex-Presidente do Brasil, Lula da Silva, teve alguma influência indevida em financiamentos para a construção de uma hidroelétrica em Angola pela Odebrecht.

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A Human Rights Watch qualificou hoje como "surpreendente" a decisão do Supremo Tribunal de Angola de libertar o ativista angolano Marcos Mavungo, detido desde março de 2015 por organizar uma manifestação em defesa dos direitos humanos."A surpreendente decisão do Supremo Tribunal de libertar Mavungo poderá ser um sinal de que as autoridades angolanas estão a começar a entender a necessidade urgente de restaurar a confiança do público nas instituições do Estado", refere a pesquisadora da Human Rights Watch Zenaida Machado.

Segundo Zenaida Machado, as autoridades "devem demonstrar o seu compromisso para respeitar os direitos humanos, libertando todos os outros defensores dos direitos humanos injustamente detidos" e acabar com falsas acusações para perseguir e intimidar os ativistas.

O ativista Marcos Mavungo, detido em Cabinda desde março de 2015 e foi hoje libertado por decisão do Tribunal Supremo de Angola.

O ativista foi detido a 14 de março de 2015 depois de ter organizado uma manifestação em defesa dos direitos humanos em Cabinda, tendo sido condenado a 14 de setembro a seis anos de prisão pelo crime de rebelião.

© LUSA

 

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De um tempo a esta parte as comunidades rurais do sul de Angola, fundamentalmente das províncias do Cunene e Namibe, têm manifestado preocupações face a onda de expropriação de terras por indivíduos com algum poderio económico.

A dívida pública angolana ascenderá este ano a 70 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), devendo o Governo esclarecer a legalidade da situação, por alegadamente furar os limites constitucionais, defende o economista angolano Carlos Rosado de Carvalho.

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