A activista angolana Sizaltina Cutaia lançou um repto nas redes sociais apelando as autoridades angolanas para procederam a detenção do general Carlitos Simão Wala, responsável pelo assassinato a tiro do adolescente que em vida respondia pelo nome Rufino Marciano António, morto pelo facto de ter questionado a demolição da residência onde morava com os país.
O Provedor de Justiça, Paulo de Tchipilica, tentou efectuar, hoje, uma visita ao Zango a fim de constatar a realidade sobre as demolições que estão a acontecer naquela comuna.
Rafael Savimbi afirma que se a UNITA vencer eleições será responsável e inclusiva.
Não haverá vinganças se a UNITA vencer as eleições, prometeu na Huíla o Secretário-geral do partido Rafael Savimbi.
Os custos da Sonangol com pessoal, como em salários e prémios, cresceram em 2015 globalmente 6%, apesar das fortes quebras nas receitas, justificando a concessionária petrolífera angolana com a desvalorização do kwanza devido à crise.
ONG denunciou que o rapaz de 14 anos foi morto a tiro supostamente por um militar durante demolições polémicas nas zonas do Zango II e III, nos arredores de Luanda. A família não tem dinheiro para o funeral.
Teresa Almeida, mais conhecida como Bá, está com casamento marcado, mas garante não se incomodar em chegar acima do peso na cerimônia
Eles matam como querem e já nem olham para a idade das suas vítimas, pois tal já se tornou numa espécie de (humor) diário num país que caminha galopante para os esgotos da civilização.
José Filomeno dos Santos e Welwistchea dos Santos, filhos do Presidente angolano, integram a lista de nomes propostos para o Comité Central do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), ficando de fora Isabel dos Santos.
O presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), José Eduardo dos Santos, anunciou hoje uma renovação nos 311 membros do Comité Central do partido que governa Angola desde 1975, a qual ficará "aquém" do previsto anteriormente.
O líder da bancada parlamentar da UNITA afirma que a revisão em curso do Orçamento Geral do Estado (OGE) angolano peca por tardia, com o país em "gestão corrente" ao mesmo tempo que prepara as contas de 2017.