O preço para comprar uma nota de 100 dólares nas ruas de Luanda voltou a descer ligeiramente na última semana, uma tendência que se regista desde as eleições gerais angolanas de 23 de agosto, sendo hoje já transacionado a 37.000 kwanzas.
O padre claretiano português António Oliveira publicou em livro as memórias do tempo que passou em Angola ao lado do antigo presidente da UNITA, Jonas Savimbi, abatido em fevereiro de 2002 durante a guerra civil angolana.
O procurador-geral da República, João Maria de Sousa, reconheceu ontem ser ainda insuficiente a quantidade de procuradores ao serviço do Ministério Público no país.
Manuel Vicente foi vice-presidente de Angola entre 26 de setembro de 2012 e 26 de setembro de 2017. A Constituição da República de Angola estipula o seguinte no seu artigo 127.º: “O Presidente da República não é responsável pelos atos praticados no exercício das suas funções, salvo em caso de suborno, traição à Pátria e prática de crimes definidos pela presente Constituição como imprescritíveis e insusceptíveis de amnistia (…).
Uma joia rara detida pela joalharia suíça de Isabel dos Santos e do marido vai ser vendido pela leiloeira Christie's. Pedra preciosa nasceu do maior diamante alguma vez descoberto em Angola.
Medicamentos, bebidas alcoólicas e tabaco à venda em Angola vão passar a ter de ostentar um selo fiscal de alta segurança, para travar o contrabando, face às consequências para a saúde e na arrecadação de receitas fiscais.
A investigadora francesa Chloé Buyre, que esteve em Luanda no período das últimas eleições gerais, apresentou, durante o colóquio "Angola 2017: A hegemonia do MPLA à prova das urnas", realizado ontem, em França, um retrato "muito deprimente" da capital do país, onde a fome, as doenças e a falta de educação são os traços dominantes.
O Presidente da República, João Lourenço, fez ontem algo que os angolanos nunca julgaram possível, parou no semáforo, mostrando que num estado de direito e democrático como o nosso, embora jovem, há regras, e que ninguém está acima da lei, e que as leis são para serem cumpridas por todos.
O procurador-geral da República de Angola disse hoje que as autoridades portuguesas chegaram a equacionar o envio do processo com a investigação ao ex-vice-Presidente angolano para Luanda, mas que recuaram após a publicação de uma Lei de Amnistia.
Em Angola, os governantes são obrigados a declarar os seus bens. Mas a prática não é comum, apesar de estar prevista na Lei da Probidade Pública aprovada em 2010.