A Federação Angolana de Futebol (FAF) prometeu irradiar árbitros e dirigentes que optarem por uma conduta que manche o futebol daquele país, afirmou, no Lubango, o seu presidente, Artur Almeida e Silva.
As petrolíferas que operam em Angola defenderam hoje, numa reunião com o novo Presidente angolano, João Lourenço, medidas para melhorar a competitividade do setor, face aos países concorrentes.
A venda de divisas pelo Banco Nacional de Angola (BNA) aos bancos comerciais está em queda desde as eleições gerais angolanas, diminuindo 65% entre agosto e setembro, para mínimos do ano.
O Sindicato Nacional dos Técnicos de Justiça e Administrativos da Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola acusou hoje a direção daquela instituição de promover "pessoas da sua conveniência" e preterir "agentes sindicais por retaliação".
Alguns membros da direcção da UNITA apelaram ao presidente do partido, Isaías Samakuva, para se manter na liderança, mesmo depois deste já ter anunciado publicamente o desejo de abandonar o cargo.
O Presidente angolano, João Lourenço, exonerou esta quinta-feira o ministro da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, nomeado há uma semana para aquelas funções, por António Rodrigues Afonso Paulo não ter comparecido à tomada de posse.
O deputado da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) Adalberto da Costa Júnior foi hoje reconduzido como presidente daquele grupo parlamentar, informou à Lusa fonte do maior partido da oposição.
Vão para aí quatro meses que alertamos para o risco que Angola corre devido à excessiva influência de cidadãos portugueses em áreas estratégicas da vida económica angolana. A situação que se vive hoje em matéria de exposição de assuntos de Estado é bem pior do que aquela que se vivia quando levantamos esta questão pela primeira vez. A "penetração" portuguesa na Sonangol, facilitada pela forma como Isabel dos Santos escancarou as portas da companhia, cresceu exponencialmente.
O Governo angolano aprovou dois contratos para obras de reabilitação de ruas e estradas em Luanda no valor de 105 milhões de euros, um dos quais a incluir na linha de crédito e seguro à exportação portuguesa COSEC.
O Sindicato dos Professores do Ensino Superior de Angola (Sinpes) manifestou-se hoje indignado por o Governo angolano prever gastar, este ano, 55 milhões de euros para contratar professores cubanos, afirmando que "este dinheiro daria maior dignidade" aos docentes nacionais.