Dirigentes sindicais angolanos disseram que o problema de “trabalhdores” fantasma” nas folhas de pagamento do Governo não é algo de novo e que as autoridades já deviam ter tomado medidas de prevenção e imposto punições aos culpados há muito tempo.
Desflorestação, queimadas, caça furtiva, conflito homem-animal e alterações climáticas são os principais desafios ao património natural em Angola, segundo o Presidente angolano, que defendeu mais apoios internacionais para travar a perda de biodiversidade.
O antigo secretário-geral da UNITA e general na reserva, Abílio Kamalata Numa, acusa "muitos políticos da oposição" de estarem a enriquecer à conta da política, naquilo que diz ser um grande negócio.
A gigante petrolífera brasileira Petrobras "está atenta às oportunidades" em Angola, depois de ter retomado a sua atividade de exploração no continente africano, através de São Tomé e Príncipe, no ano passado, disse à Lusa a empresa.
O Presidente da República, João Lourenço, recebeu esta quarta-feira, em Luanda, o seu homólogo congolês, Félix Tshisekedi, para uma análise conjunta dos passos a dar no quadro do Processo de Luanda, depois da situação criada com a tomada de Goma por forças rebeldes.
Os Estados Unidos da América (EUA) ordenaram hoje a saída dos seus funcionários não essenciais da República Democrática do Congo (RDCongo), após ataques à sua embaixada, e outras, em Kinshasa, por manifestantes revoltados pelo conflito no leste do país.
Angola gastou mais com subsídios aos combustíveis no segundo trimestre de 2024, um crescimento de 136,73%, que representou 340 mil milhões de kwanzas (326,4 milhões de euros) acima do que no período homólogo.
Presidente angolano apelou hoje os rebeldes do M23 para abandonarem a cidade de Goma e à retirada das forças ruandesas do território da República Democrática do Congo (RDCongo) para dar estabilidade às populações.
O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Marcy Lopes, afirmou que, em Angola, "não há prisões arbitrárias de manifestantes". No entanto, vários ativistas angolanos contestam esta declaração.
O diretor-geral da Unidade de Gestão da Dívida angolana disse esta segunda-feira, 27 de janeiro, que a dívida com a China, principal credor de Angola, tem estado numa trajetória descendente e poderá estar totalmente saneada em 2028.