O representante residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Angola considerou hoje que o país vive uma fase "nunca antes vista", com "maior liberdade crítica e aproximação" entre entidades do Estado e cidadãos.
O Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social prometeu, ontem, em Luanda, dar combate sem tréguas aos falsos inspectores e aos inspectores corruptos da Inspecção-Geral do Trabalho.
O Secretariado do Bureau Político do MPLA incentivou hoje, sexta-feira, a Rádio Nacional de Angola (RNA) a prosseguir na senda do respeito pelos princípios da deontologia e da ética profissional, garantindo, assim, uma informação plural, independente, rigorosa, isenta e responsável, para que mereça o crédito permanente de todos os cidadãos.
Empregadas domésticas angolanas queixaram-se hoje de "discriminação, maus tratos e desrespeito" diários por parte dos empregadores, afirmando que os mesmos também se furtam em pagar e inscrevê-las no Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) de Angola.
Uma deliberação saída da reunião convocada para a constituição de uma comissão de ministros para a “salvação” da Igreja Messiânica Mundial de Angola (IMMA), datada de 27 de Setembro do ano em curso, determinou o afastamento do seu líder, reverendo Claúdio Cristiano Pinheiro, por alegado desvio de mais de 2 biliões de kwanzas.
O Governo angolano desbloqueou mais de 115 mil milhões de kwanzas (335 milhões de euros) para a concretização de 16 projetos na área da saúde, incluindo a construção e apetrechamento de hospitais, armazéns centrais e outras infraestruturas públicas.
O Governo angolano adiou para julho do próximo ano, a entrada em vigor do Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA), cujo arranque estava previsto para janeiro de 2019, devido a atrasos na legislação.
O Governo de Angola vai apreciar, em breve, a privatização das empresas públicas para que possa remeter à Assembleia Nacional a respetiva Lei de Bases, afirmou a secretária de Estado para Finanças e Tesouro angolana, citada esta quinta-feira na imprensa local.
A filha do ex-Presidente angolano explica que optou por "não prosseguir" com a queixa crime por difamação por a opinião pública estar "suficientemente esclarecida quanto à verdade".
O Presidente angolano alegou incumprimento do Fundo Soberano de Angola, liderado até janeiro por José Filomeno dos Santos, para retirar a concessão atribuída pelo chefe de Estado anterior, José Eduardo dos Santos, para a gestão de seis fazendas públicas.