O Presidente da República, João Lourenço, defendeu nesta quarta-feira, em Luanda, a necessidade de se manter e aprofundar o exercício da liberdade de expressão e de imprensa, alcançada nos últimos anos.
Nesta terça-feira, o comparativo entre a taxa praticada pelo banco central e o mercado informal foi de 26,5%, isto é, 3,5 pontos percentuais abaixo do praticado no fim do primeiro semestre (30%)
A Assembleia Nacional votou, ontem, favoravelmente pela perda do mandato da deputada do grupo parlamentar do MPLA Welwitchia “Tchizé” dos Santos, devido a ausências prolongadas e reiteradas nas reuniões plenárias. Tchizé diz que foi vítima de um "golpe", chama "ditador" a João Lourenço e afirmou ainda que voltara a Angola quando João Lourenço deixar de ser presidente.
Os cinco candidatos à liderança da UNITA participam, hoje à noite, na TV Zimbo, no programa "Debate Livre", em que terão a oportunidade de apresentar os seus manifestos eleitorais.
A selecção nacional de futebol sub-17 venceu esta terça-feira o Canadá por 2-1, em jogo da segunda jornada do grupo A do Campeonato do Mundo, que decorre no Brasil.
A Assembleia Nacional aprovou, hoje, na generalidade, a Proposta de Lei de Prevenção e do Combate ao Branqueamento de Capitais, Financiamento do Terrorismo e da Proliferação de Armas de Destruição Massiva, com 160 votos a favor, um contra e nenhuma abstenção.
O presidente da banca parlamentar da UNITA e candidato à presidência daquele partido angolano, Adalberto da Costa Júnior, disse que as eleições autárquicas previstas para 2020 poderão ser adiadas pelo Governo.
O presidente do grupo parlamentar do MPLA, Américo Cuononoca, disse hoje, na cidade da Praia, que Cabo Verde pode assumir um papel de "professor" de Angola na implementação das primeiras eleições autárquicas, em 2020.
A deputada angolana, agora suspensa, Tchizé dos Santos reagiu à decisão da Assembleia Nacional dizendo que está a ser alvo de perseguição política em Angola e que como alguns foram no passado, também ela está a ser sacrificada pela democracia.
O antigo primeiro-ministro de Angola, Marcolino Moco, diz que o actual modelo de combate à corrupção e impunidade levado a cabo pelo Presidente João Lourenço é injusto.