Angola registou na quadra festiva uma situação de segurança pública e militar estável, com mais 11 crimes face ao mesmo período do ano passado, segundo o balanço final das operações policiais durante as festividades de Natal e Ano Novo.
O recém-inaugurado Centro Integrado de Segurança Pública, em Luanda, recebeu desde a sua entrada em funcionamento, há uma semana, mais de 76 mil chamadas, das quais 72 mil eram falsas emergências.
Os sindicatos angolanos desvalorizaram hoje o impacto da decisão judicial de arrestar as participações de Isabel dos Santos em nove empresas de Angola sobre os trabalhadores, defendendo que as empresas continuarão a funcionar e que os empregos estão salvaguardados.
Não há imunidade contra a possibilidade de JES ser declarante, esclarece jurista. Mas, se o ex-Presidente de Angola falasse, muita gente ligada ao poder "cairia", desconfiam analistas. Tudo não passará de um embuste?
O diretor da consultora EXX Africa considerou hoje à Lusa que o principal objetivo da ação judicial contra Isabel dos Santos é tornar os ativos ingeríveis e forçar a empresária a abandonar os negócios em Angola.
O ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Augusto, argumentou hoje que a ação judicial contra a empresária Isabel dos Santos não é contra uma pessoa em particular, estando inserida na lei de repatriamento de bens e capitais.
A importação de capital e exportação de rendimentos de investidores estrangeiros em Angola deixou de estar sujeita ao licenciamento do Banco Nacional de Angola (BNA), que formalizou a abertura de uma conta de capital e financeira.
O ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Domingos Augusto, garante que o arresto de bens da empresária angolana Isabel dos Santos “não se trata de um ato isolado” e que a repatriação de bens “mal adquiridos” vai continuar em Angola.
Isabel dos Santos acusou os serviços de segurança angolanos de acederem indevidamente aos computadores das suas empresas em Portugal, avança o Financial Times. Segundo a empresária angolana, este alegado acesso indevido teve o objetivo de estes serviços “forjarem e falsificarem” provas contra si.
O posto de Polícia do Lucusse, na província do Moxico, foi invadido por uma grupo de, aproximadamente, 300 pessoas, entre mulheres, homens e crianças, por ter sob custódia um indivíduo que estava a ser acusado de feitiçaria. Os populares usaram objectos contundentes e agrediram até à morte um agente da Polícia. Em resposta, um menor de 10 anos foi baleado mortalmente