A Angorascom já devia estar a dar os primeiros passos para a operacionalização da terceira rede móvel no nosso País, mas mantém-se à espera do que vai acontecer no sector. Oficialmente não desistiu do acordo, mas pediu um prazo até ao mês de Março para tomar uma decisão definitiva.
Depois de Isabel dos Santos se ter queixado de não estar a conseguir pagar salários por ter contas congeladas, a PGR, em resposta ao ECO, diz que essa possibilidade será “avaliada quando solicitada”.
A Constituição angolana cumpriu este mês 10 anos de existência desde a sua promulgação a 5 de Fevereiro de 2010.
Fernando Pacheco, uma das maiores autoridades políticas e intelectuais de Angola, membro do Conselho da República, defende um perdão judicial para pessoas que estejam envolvidas em casos de corrupção e colaborem com o Estado
Três das cinco aeronaves usadas nos voos domésticos da companhia aérea angolana TAAG estão atualmente paradas, o que obrigou a empresa a alterar a sua programação diária.
Paragem forçada de três aviões obriga a alterações nos voos domésticos da TAAG
A insistência na nomeação de Manuel Pereira da Silva “Manico” para presidente da Comissão Nacional Eleitoral deve-se não só a interesses políticos mas também a interesses financeiros, disseram juristas contactados pela Voz da América.
Quatro funcionários das administrações municipais do Nóqui e de Mbanza Kongo, Zaire, foram detidos esta quinta-feira, pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), por alegados crimes de peculato, falsidade informática, corrupção e descaminho de receitas públicas.
Em entrevista à DW, o deputado da UNITA Raúl Danda chama "corrupto" ao novo presidente da CNE de Angola, Manuel Silva Pereira. Danda anuncia resistência à nomeação e não descarta a hipótese de mais manifestações.
A empresa portuguesa, que é controlada pela empresária angolana, garante que “reúne todas as condições para honrar os compromissos”, contrariando a ainda sua acionista maioritária, que diz que as contas bancárias das suas empresas em Portugal estão congeladas.
O Presidente angolano, João Lourenço, duplicou o valor do subsídio de fim de mandato pago a antigos chefes de Estado, mas cortou outras regalias, nomeadamente a nível da segurança e quadro de pessoal.