Alfredo de Matos, pai do jovem Inocêncio, de 23 anos de idade, morto na Manifestação a 11 de Novembro, suspendeu às 00h a vigília que levava a cabo, defronte as instalações da PGR, clamando por justiça, após ter sido atendida a sua exigência pelo SIC.
Dados foram obtidos de uma pesquisa realizada em várias províncias do País pela organização não-governamental Mozaiko, ligada à defesa dos direitos humanos, no âmbito da análise sobre o acesso à justiça.
Está em circulação nas redes sociais, desde o dia 19 de Novembro de 2020, um panfleto cobardemente não assumido, como de hábito, fazendo alusão à uma suposta reunião, de cuja agenda constaria a preparação da tomada do Palácio Presidencial, por meio de manifestações em datas e cenários preconizados pela não astuta imaginação dos autores deste panfleto.
Cerca de duas centenas de pessoas manifestaram-se hoje em Luanda pela melhoria das condições de vida e combate à corrupção, num protesto que decorreu de forma pacífica e ficou marcado também pela memória do estudante morto na semana passada.
O secretário de Estado para a Juventude, Fernando Francisco João, disse no Namibe que o Governo angolano entende as frustrações da juventude e quer um diálogo para explicar o que está a fazer para mitigar as dificuldades de todos.
A empresa proprietária da clínica Luanda Medical Center esclareceu hoje ser apenas arrendatária do edifício que foi devolvido ao Estado angolano, não sendo por isso visada no processo de investigação patrimonial anunciado pelas autoridades judiciais angolanas.
O pai do jovem morto na sequência de uma manifestação em Luanda, dia 11 de novembro, declarou que o protesto “não constitui motivo para assassínios” e prometeu exigir justiça em frente à Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola.
Luanda volta a ser hoje palco de um novo protesto, o terceiro em menos de 30 dias, desta vez para reivindicar um combate “sério e justo” contra a corrupção e a impunidade em Angola.
A empresa de telecomunicações Unitel iniciou um processo judicial em Londres contra a Unitel International Holdings (UIH), detida pela empresária angolana Isabel dos Santos, para recuperar uma dívida de mais de 350 milhões de euros.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) anunciou hoje que foram entregues ao Serviço Nacional de Recuperação de Ativos mais três edifícios e um projeto imobiliário, incluindo a clínica Luanda Medical Center e um hotel.