O novo presidente da Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE), Manuel Fernandes, foi hoje eleito com três votos a favor e duas abstenções, disse à Lusa fonte do partido da oposição.
O presidente do Movimento do Protetorado Português da Lunda Tchokwe, José Mateus Zecamutchima, foi hoje detido pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) em Luanda, disse à Lusa o seu advogado, Salvador Freire.
O coordenador do Observatório Político e Social de Angola (OPSA), Sérgio Calundungo, afirmou hoje que as autoridades angolanas não parecem interessadas em investigar os incidentes em Cafunfo e defendeu que o Presidente angolano se deve pronunciar sobre o caso.
O ex-ministro da Comunicação Social angolana terminou de ser ouvido pelo Tribunal Supremo, que prossegue hoje com a audição do corréu Hilário Santos, assistente administrativo de Manuel Rabelais.
O militar das Forças Armadas Angolanas que supostamente baleou um jovem, na segunda-feira, no bairro Bala Bala em Cafunfo, foi detido, anunciou a delegação provincial do Ministério do Interior na Lunda Norte.
O preço do petróleo tipo Brent subiu nesta segunda-feira e a cotação superou 60 dólares por barril pela primeira vez em mais de um ano, estimulado pelo otimismo dos investidores sobre a demanda, à medida que a economia mundial se recupera da pandemia de coronavírus.
Um jovem foi mortalmente atingido a tiro na segunda-feira por alegados elementos das Forças Armadas Angolanas, que usavam uniforme militar, na vila de Cafunfo, denunciaram ativistas.
Uma avaria num cabo da ENDE (Empresa Nacional de Distribuição de Eletricidade) deixou sem energia elétrica vários bairros da cidade de Luanda, desde segunda-feira à noite, informou a distribuidora de energia.
O ex-assistente administrativo do extinto Gabinete de Revitalização e Execução da Comunicação Institucional e Marketing da Administração (Grecima), Hilário Gaspar Santos, negou esta segunda-feira, em tribunal, ter auferido salários no Grecima, durante os cinco anos que colaborou com a instituição.
A UNITA, principal partido da oposição em Angola, classifica de “ataques xenófobos e racistas” o conteúdo do comunicado do Bureau Político do MPLA, no poder, sobre os confrontos mortais do passado 30 de Janeiro no Cafunfo, na província da Lunda Norte.