O Presidente angolano desloca-se hoje à província do Cunene, para dois dias de trabalho, período em que vai inaugurar um sistema de abastecimento de água para o combate à seca naquela região do sul do país.
O ativista luso-angolano Luaty Beirão considera que 20 anos depois do calar das armas em Angola falta ainda alcançar a paz social e critica o uso da paz como "arma de arremesso" pelo partido do poder (MPLA) que constantemente recorda "que ela é frágil"
A Frente Patriótica Unida (FPU), realizou de 31 de Março a 01 de Abril, no complexo Sovsmo em Luanda, o seminário de Harmonização Funcional, em cuja actividade apresentou a essência dos seus documentos constitutivos.
Nas redacções da ANGOP, TPA, TV Zimbo, RNA e Jornal de Angola o Titular do Poder Executivo é referido como "Editor-Chefe", porque pretensamente nada é publicado sem o "selo" dele ou de quem diz representá-lo.
É “tudo fictício”, diz Maria Luísa Abrantes o sobre aluta contra a corrupção. Para a jurista, João Lourenço tem consciência disso, daí ter se zangado com os portugueses e os ter obrigado a interferir no poder judicial para transferir o processo de Manuel Vicente para Angola.
O Governo de Angola vendeu pela primeira vez dívida pública emitida em kwanzas a um investidor estrangeiro, que comprou 4,5 mil milhões de kwanzas (9,1 milhões de euros) numa operação mediada pelo Standard Bank Angola.
Três organizações não-governamentais (ONG) angolanas denunciaram hoje, numa declaração pública, as “execuções sumárias” na via pública e em esquadras policiais perpetradas por agentes do Serviço de Investigação Criminal (SIC)”.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu nesta sexta-feira, em Luanda, que as eleições marcadas para o mês de Agosto deste ano “não devem ocorrer em ambiente de violência a nenhum nível”.
O Sindicato Nacional dos Médicos (Sinmea) angolano reiterou a manutenção da greve, que decorre desde 21 de março passado, e várias manifestações para os próximos tempos, a primeira programada para sábado.
Os líderes da plataforma política Frente Patriótica Unida (FPU), composto pela UNITA, o projecto político PRA-JA-Servir Angola e Bloco Democrático (BD), criticaram, de “forma contundente”, a actuação dos órgãos de comunicação social públicos, os quais acusam de “apenas e só promoverem a imagem do regime contra a nação”, censurando “impiedosamente todos os outros concorrentes políticos, a sociedade civil e algumas igrejas”.