O presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia (AJPD) aconselhou hoje os promotores e manifestantes de duas marchas reprimidas pela polícia no sábado, a apresentarem queixa contra aquele órgão do Ministério do Interior.
O ativista angolano Geraldo Dala disse hoje que Angola “infelizmente não é um país democrático” e que a polícia atua a “reboque das ordens superiores”, criticando as agressões a manifestantes que pretendiam “marchar pela liberdade”, no sábado em Luanda.
O Conselho Nacional do Bloco Democrático (BD) elegeu Nelson Guerra Pestana vice-presidente, em substituição de Justino Pinto de Andrade, que suspendeu a militância activa.
O advogado dos ativistas angolanos “Tanaice Neutro” e "Luther King" criticou hoje a manutenção da prisão dos seus clientes, um dos quais condenado a pena suspensa e outro em fase de julgamento, mas detido há mais de um ano.
O centro de pesquisa sobre Angola CEDESA admite que o país corre riscos de se tornar uma "anocracia", onde a probabilidade de guerra civil cresce, se não fizer reformas profundas, começando por uma nova Constituição.
O veterano da luta armada de libertação de Angola Dino Matrosse defendeu as criticas que faz no seu novo volume de memórias a dirigentes do MPLA que censuraram a direcção de Agostinho Neto durante a luta de libertação num memorando da chamada “Revolta Activa”.
A Coordenação Geral do Projecto Político, PRA-JA Servir Angola, comunica à opinião pública nacional e internacional que neste sábado, 28 de Janeiro, em Luanda, agentes da Polícia Nacional de Angola frustraram a sua marcha, em cujo acto cerca de 17 pessoas ficaram feridas além de terem agredido membros de direcção, soube Angola24Horas.
Portugal vai ter instalações próprias e exclusivas para apoiar os pedidos de vistos em Luanda, anunciou à Lusa o embaixador de Portugal em Angola.
Luanda. Portugal abrirá instalações próprias para atendimento de vistos
A consultora Fitch Solutions alertou hoje que a programada retirada gradual dos subsídios aos combustíveis em Angola será um dos principais riscos políticos este ano, alertando para a possibilidade de manifestações, mas sem ameaçar a estabilidade política.
A marcha pela libertação dos "presos políticos" foi reprimida pelas autoridades nacionais, alegando ausência de autorização do Governo da Província de Luanda. Ativistas e organizadores da marcha foram detidos.