O embaixador chinês em Angola disse hoje que a China está disponível para continuar a financiar infraestruturas e a investir no país africano, destacando igualmente o aumento homólogo de 25% nas trocas comerciais entre os dois países.
O Governo angolano gastou 1,9 biliões de kwanzas (3,8 mil milhões de dólares) em subsídios aos combustíveis em 2022, 60% acima do ano anterior, segundo o relatório anual do Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE).
Seis pessoas morreram e outras seis feridas em consequência de um acidente de viação ocorrido na madrugada de domingo, na estrada da Camama, Distrito do 11 de Novembro, em Luanda, envolvendo uma viatura de marca Toyota Hilux, pertencente ao Grupo Carrinho.
O parlamento angolano vai apreciar e votar, a 25 de Maio, na generalidade, o Projecto de Lei da Liberdade de Reunião e de Manifestação, de iniciativa legislativa do grupo parlamentar da UNITA.
O processo de inscrição às academias militares, anteriormente marcado para os dias 8, 9 e 10 deste mês, foi prorrogado até o dia 19 de Maio.
A holandesa Frank's Internacional, fornecedora de materiais e serviços para a indústria petrolífera, admitiu que praticou atos de suborno em Angola por considerar que não ganharia negócios no país sem ser assim, refere documento do regulador de mercado norte-americano.
A empresa holandesa Frank's Internacional vai ter de pagar ao Tesouro norte-americano 7,9 milhões de dólares (7,26 milhões de euros) por participar em subornos em Angola entre 2008 e 2014, segundo despacho do regulador de mercado norte-americano.
O juiz-conselheiro presidente do Tribunal Supremo, Joel Leonardo, propôs, na última sessão plenária daquela instância judiciária superior, o nome de Carlos Alberto Cavuquila para o preenchimento da vaga deixada pelo venerando juiz-conselheiro Manuel da Silva ‘Maneco’, jubilado em 2022.
O presidente João Lourenço está a tentar ganhar o apoio das forças armadas para levar a cabo acções inconstitucionais, disse o general e figura proeminente da UNITA Abílio Kamalata Numa.
Em Angola, um terceiro mandato presidencial implicaria a "alteração da ordem social e constitucional", avalia o jurista Agostinho Canando após declarações do Presidente João Lourenço sobre uma eventual recandidatura.