O Banco Nacional de Angola (BNA) alertou hoje para a existência de uma empresa de microcrédito, Estev Edmar, não habilitada para o exercício de atividades financeiras, segundo um comunicado divulgado no seu site.
O Presidente de Angola, João Lourenço, foi o vencedor deste ano do Prémio Aparecido de Oliveira, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, anunciou hoje a organização.
O Serviço de Migração e Estrangeiros de Angola deteve um homem que se preparava para viajar para Lisboa, levando dois menores que apresentaram passaportes que pertenciam a outras crianças.
O Tribunal de Comarca do Lubango suspendeu o julgamento da directora da saúde e de dois funcionários do sector, acusados de peculato e falsificação de documentos, iniciado na terça-feira, pela necessidade de convocar novos declarantes.
O presidente do Conselho Nacional da Juventude (CNJ), Isaías Kalunga, lamentou o facto de dos 1.114 alunos bolseiros inscritos, no Instituto Superior Deolinda Rodrigues, na Urbanização Nova Vida, apenas 530 assistem as aulas.
Tribunal desse país diz que a sua mulher Irene Neto e o seu filhoi Ivo tem mais de 15 milhões em contas no país que também foram congeladas. Fortuna de São vicente ascendia a mais de 1.500 milhões de dólares só em dinheiro.
Na sua luta indigna e ilegal contra o juiz conselheiro Agostinho Santos, o ainda presidente do Tribunal Supremo (que se tivesse vergonha já se teria demitido há meses) acaba de averbar uma magnífica derrota judicial, oferecida pelos seus pares, os juízes conselheiros Anabela Vidinhas, Norberto Capeça e Joaquina Nascimento.
O governo aprovou um novo plano que chama de Estratégia Nacional de Prevenção e Repressão da Corrupção ENAPREC, para o quinquénio 2023-2028.
Membros da comunidade LGBTIQ+ em Angola defenderam hoje mais programas para combater a discriminação e abusos policiais, e consideraram que a lei que despenalizou a homossexualidade no país trouxe poucas mudanças ao seu quotidiano.
A Amnistia Internacional (AI) e organizações não governamentais angolanas lançaram nesta terça-feira, 16, em Luanda e Benguela, a campanha "Proteger o protesto", através de um manifesto no qual é exigida a revisão da lei do direito à reunião e manifestação de Maio de 1991.