Presidente norte-americano, Joe Biden, vai deslocar-se para uma visita à República de Angola, no cumprimento de uma promessa feita ao homólogo João Lourenço, aquando da sua deslocação à cidade de Washington, em Novembro do ano passado.
Dezenas de ex-funcionários da Segurança do Estado e reformados do Porto de Luanda emitiram uma carta aberta denunciando uma série de irregularidades no Porto de Luanda, alegadamente praticadas pelos actuais gestores da área de segurança e estratégia da instituição.
Especialistas angolanos atribuem a provável visita do Presidente americano, Joe Biden, a Angola, à disputa entre as grandes potências por novo espaços de cooperação política e económica no continente africano. Eles alertam, entretanto, que a visita pode perder algum peso por envolver um Presidente em fim de mandato.
A maior parte destes acordos são feitos por ajuste directo. Em apenas um dia, o Presidente aprovou financiamentos num valor próximo ao que que Angola amortizou em dívida à China nos últimos três anos.
O antigo primeiro-ministro angolano, veterano do MPLA, Marcolino Moco apelou para a resolução do mediático problema das ameaças e insultos contra outras figuras do MPLA, o que para ele poderá evitar o surgimento de outras alternativas fora do controle do próprio partido.
Enquanto Pequim albergava o Fórum para a Cooperação China-áfrica, Angola anunciou que vai receber, no próximo ano, a Cimeira de Negócios Eua-áfrica. Mais um sinal do arrefecimento das relações entre os governos chinês e angolano.
A Oxford Economics reviu em alta a produção petrolífera de Angola em 2024, prevendo agora um aumento para 1,18 milhões de barris por dia, que deverá sustentar o crescimento do PIB de 2,9% este ano.
A ministra do Ambiente angolana disse hoje que estão em análise as amostras da substância que está a poluir a orla marítima de Luanda, detetada há uma semana, apelando a que se evitem atividades no mar e consumo de pescado.
O ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República reafirmou, esta Sexta-feira, em Cabinda, que aquela província vive um clima de “estabilidade do ponto de vista de segurança e defesa do território”.
Cada uma das 21 províncias angolanas terá em média 15 municípios e 18 comunas com a nova divisão administrativa do país, que visa promover o equilíbrio na expansão dos aglomerados populacionais, segundo a lei promulgada pelo Presidente angolano.