O MPLA desmentiu ontem informações postas a circular nas redes sociais de que estava por trás da preparação de marchas de apoio ao Executivo angolano pelo recente ajustamento do preço dos combustíveis no país.
Rafael Morais coordenador de direcção da Organização Não Governamental (ONG) angolana SOS Habitat considera que o fracasso do governador de Luanda, Graciano Domingos, na gestão do lixo que se acumula desde Agosto passado, motivou a sua substituição pelo general Higino Carneiro, que até então era governador da província do Kuando Kubango.
Os principais produtos básicos nos mercados informais registaram um aumento significativo desde a subida dos preços dos combustíveis a 1 de janeiro de 2016. Os populares mostram-se preocupados com a situação.
Argentino destrona Ronaldo e volta a ser eleito melhor do mundo. À beira dos 31 anos, o português conseguirá voltar ao primeiro lugar?
O general Higino Carneiro vai substituir Graciano Domingos nas funções de governador da província de Luanda, hoje exonerado do cargo pelo Presidente angolano, José Eduardo dos Santos.
O Tribunal Provincial de Luanda, que julga os 17 arguidos acusados de actos preparatórios de rebelião, suspendeu, esta terça-feira, as sessões do julgamento por ausência dos declarantes ou testemunhas notificados para esta fase, convocando uma nova sessão para o período entre 25 a 29 do corrente.
“No dia em que houver problemas em Luanda, o angolano vai virar-se contra o português”. Disse-mo com ar grave, há quase 2 anos em Luanda, um luso-angolano. Era domingo ao final do dia e falávamos durante uma festa num quintal no bairro de Alvalade.
A comunicação institucional e de imprensa de todos os ministérios e governos provinciais de Angola vai passar a ser coordenada pelo Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa (GCII), criado por decreto presidencial de 29 de dezembro.
Paulo Morais faz do combate à corrupção a sua maior bandeira, entrevistado na Antena 1 por Olívia Santos e Maria Flor Pedroso, diz que não permitiria um governo à margem da lei e que, na sua opinião, tem que estar no próximo Orçamento do Estado: o fim das isenções de impostos aos fundos de investimento imobiliário e a gratuitidade dos livros escolares no ensino básico.
O julgamento dos 17 jovens angolanos ativistas de direitos humanos, acusados de atos preparatórios de rebelião, foi retomado, em Luanda, com a audição do primeiro de mais de 50 testemunhas.