O ministro das Finanças de Angola, Armando Manuel, lidera a comitiva governamental angolana que a partir de terça-feira inicia em Washington as reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.
O grupo parlamentar da Unita considera que os números apresentados pelo Governo sobre mortes por febres hemorrágicas não correspondem à realidade.
A agência de notação financeira Moody’s considera que o Fundo Monetário Internacional deverá aumentar as reservas internacionais de Angola em pelo menos 500 milhões de dólares e que a ajuda financeira é positiva para a análise de crédito.
Director-geral dos Serviços Prisionais justificou o acto com a necessidade do Tribunal Supremo necessitar dos computadores.
Os dados estão a ser avançados pela agência Lusa que analisou as cotações da moeda nacional angolana.
A uma hora do prazo-limite imposto pelo Banco Central Europeu (BCE), e depois de 481 dias após o início das negociações, o CaixaBank e Isabel dos Santos “encerraram com sucesso as negociações” para resolver o problema da excessiva exposição do BPI a Angola.
O pedido de ajuda ao Fundo Monetário Internacional (FMI) pelas autoridades angolanas surge na sequência da forte quebra do preço do petróleo, matéria-prima de que dependem cerca de 80% das receitas de Angola. O ministro das Finanças angolano garantiu que não se trata de um resgate, mas esta assistência deverá ter consequências. As empresas estão optimistas e admitem que não existiam alternativas, mas há também há riscos no horizonte.
A polícia de Luanda impediu que se realizasse na tarde deste sábado uma marcha de solidariedade com os 17 activistas condenados no final de Março por crimes de “actos preparatórios de rebelião e associação de malfeitores”. A concentração estava agendada para o meio da manhã, no Largo Primeiro de Maio, disseram activistas ao PÚBLICO, mas a polícia montou cordões de segurança que travaram os movimentos dos manifestantes.
“Luaty Beirão lutou e eu junto-me a ele. Naturalmente, esta é uma luta laboral e não política”, diz à Renascença o dirigente do Sindicato da Construção de Portugal.
Empresários falidos com a crise julgaram ter encontrado uma saída para a sua desgraça falsificando milhões de dólares, que chegariam a Luanda por mala diplomática. O golpe correu mal