O chefe da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) para Angola disse hoje que a instituição está disponível para negociar um programa de assistência financeira com o Governo angolano, mas admite que não haja necessidade face à valorização do petróleo.
O presidente do MPLA e ex-chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, anunciou hoje a realização de um congresso extraordinário para “resolver” a liderança no partido, a convocar para Dezembro deste ano ou Abril de 2019.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana confirmou hoje que o ex-governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe, foi ouvido por aquele órgão de justiça e que está impedido de sair do país enquanto decorrem as investigações.
O líder do MPLA, José Eduardo dos Santos, tinha dito que iria sair da presidência do cargo ainda antes do final de 2018. Agora, e perante várias criticas, admite sair de imediato.
Autoridades tradicionais da Lunda Norte e um deputado da província angolana do Namibe exigem investigações às ameaças contra a vida do deputado da UNITA Joaquim Nafoia.
O ex-governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Valter Filipe, foi ouvido pela Procuradoria-Geral da República pelo suposto envolvimento numa transferência alegadamente ilícita de 500 milhões de dólares (406,2 milhões de euros) para uma conta no exterior do país.
O ex-governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe, foi constituído arguido há dois dias, pela Procuradoria-Geral da República, pelo seu envolvimento na burla dos 500 milhões de dólares.
Comer ouro de 23 quilates tornou-se, pelas mãos do português Daniel Marcelino Gomes, a mais recente extravagância no "reino" da gastronomia. A novidade, disponível por 7.728 euros, serve-se em forma de bombom e já adoçou paladares em vários países do mundo, incluindo Angola.
A produção petrolífera angolana aumentou em fevereiro, face ao mês anterior, em 17.100 barris por dia, aproximando-se da Nigéria, que iniciou 2018 no topo dos produtores africanos, segundo a Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
A UNITA, maior partido da oposição angolana, defendeu hoje a necessidade de se definir uma data de consenso entre os três movimentos de libertação de Angola, que simbolize o início da luta armada do país.