A Frente Patriótica Unida (FPU), composta pela UNITA e pelo Bloco Democrático, manifestou, nesta quarta-feira, 30, “grande preocupação” com os actos de arruaça, pilhagem e vandalismo de bens públicos que ocorrem nas províncias de Luanda, Icolo e Bengo desde 28 de julho, e o Huambo e Benguela desde ontem.
Empresas de comércio e distribuição alimentar angolanas consideraram hoje um “desastre” os protestos seguidos de pilhagens em estabelecimentos comerciais, sobretudo em Luanda, salientando que os custos para a recuperação e os prejuízos ainda estão por avaliar.
Os advogados de Carlos São Vicente consideraram hoje ilegal o concurso público para a privatização de oito unidades hoteleiras em Angola do empresário e reiteraram a inocência do cliente, garantindo que a origem do património “é legítima”.
O ativista e jornalista angolano Rafael Marques critica o Presidente de Angola, João Lourenço, por ainda não ter dado explicações ao país sobre a "crise de segurança pública" em Luanda e responsabiliza-o pela situação que se vive no país.
A Polícia Nacional angolana anunciou esta terça-feira a morte de um oficial em serviço, Fernando Bunga na província de Icolo e Bengo, e subiu para 1.214 o número de detidos durante os dois dias de paralisação de taxistas marcados por atos de vandalismo.
Líderes religiosos disseram hoje que Angola vive momentos difíceis de pobreza e miséria, pedindo aos cidadãos urbanidade e civismo nas suas “justas reivindicações”, e defenderam que as autoridades devem promover o diálogo e não ignorar o desgaste da população.
A Associação Justiça, Paz e Democracia (AJPD) instou hoje os cidadãos lesados em Luanda a avançarem com uma queixa contra o Estado angolano por não garantir a segurança dos seus bens, vandalizados na sequência da greve dos taxistas.
A capital angolana vive hoje o segundo dia consecutivo de insegurança, com pilhagens e atos de vandalismo a ocorrerem sobretudo nas zonas periféricas, tendo como principal alvo os supermercados, constatou a Lusa.
Quatro mortos e mais de 500 detenções é o balanço provisório apresentado pela Polícia Nacional angolana, após a paralisação decretada pelos taxistas em Luanda, marcada por atos de vandalismo, pilhagens e violência.
A Associação das Empresas do Comércio e da Distribuição Moderna de Angola (Ecodima) manifestou esta segunda-feira "profunda preocupação" com os episódios de vandalismo, pilhagem e perturbação da ordem pública" em Luanda e anunciou o encerramento mais cedo dos estabelecimentos comerciais.