Inocêncio de Matos, de 26 anos de idade, foi a enterrar este sábado, no Cemitério do 14, município do Cazenga, num dia que juntou centenas de angolanos, entre activistas cívicos, solidários com a família enlutada pela morte prematura deste.
Os familiares, activistas cívicos e amigos do jovem Inocêncio de Matos, morto durante a manifestação de 11 de Novembro corrente, renderam a última homenagem ao activista, nesta manhã de sábado, 28, ainda que debaixo da chuva, na mesma altura em que, não conformados, clamam por justiça pela sua alma.
Entre Março e Novembro deste ano, efectivos da Polícia Nacional deva praticado cerca de 30 homicídios. Entre as vítimas, doze eram estudantes que frequentavam os ensinos médio e universitário. Novo Jornal questionou à Polícia, à PGR e ao SIC pelo «andamento» dos processos-crime, mas as instituições «evitaram» falar.
O governo da província de Cabinda, em Angola, não autorizou a manifestação, agendada para sábado, justificando a decisão com a pandemia, mas os promotores mantiveram a intenção de fazer o protesto “por ser um direito consagrado” na Constituição.
O funeral do activista Inocêncio de Matos, morto na sequência da manifestação do dia 11 de Novembro, em Luanda, realiza-se neste sábado (28), em Luanda, noticia o Jornal de Angola.
Os advogados de defesa do luso-angolano Carlos São Vicente pediram esta semana a impugnação da decisão da justiça angolana de manter o empresário em prisão preventiva e contestou o congelamento dos seus bens, segundo comunicado da família.
O Presidente João Lourenço afirmou hoje que o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) "não está cansado" e está preparado para as próximas eleições, respondendo a um ativista que questionou o 'software' desatualizado dos partidos angolanos.
Analista acredita que sim. O objetivo, a ser ver, é não convocar eleições autárquicas em 2021. E David Sambongo alerta que incumprimento do que foi debatido com os jovens pode dar aso a novas manifestações.
Adalberto Costa Júnior diz que João Lourenço pretende com "essas benesses" reduzir a onda de contestação contra o Governo.
Angola e a República Democrática do Congo (RDCongo) vão contar com um comité técnico conjunto para a zona comum de exploração petrolífera, anunciou hoje o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás angolano, Diamantino Pedro Azevedo.