A vice-presidente do MPLA, partido no poder em Angola, disse hoje que “a paz e a sua manutenção” continua a ser “um perene desafio” em alguns dos países africanos de língua portuguesa, que precisam “vencer e consolidar”.
O governo do MPLA terá que enveredar por outros caminhos que gerem fundos para uma mudança equilibrada de rumo, que sinalize investimentos efetivos e novas fontes para a chamada diversificação da economia.
A Associação dos Juízes de Angola (AJA) ameaçou acionar os meios jurisdicionais para reverter a nomeação de juízes de direito, como presidentes de comarcas, pela Comissão Permanente do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ), alegadamente sem competência para o efeito.
"Venha o voto secreto, para eles [UNITA] levarem uma surra definitiva", disse o porta-voz do partido no poder em Angola, Rui Falcão, num ato político de massas realizado este sábado (29.07), em Luanda.
O diretor do Programa África no Instituto Real de Estudo Internacionais (Chatham House) considerou hoje à Lusa que o golpe de Estado no Níger tem implicações regionais e que para a Rússia é "uma oportunidade".
Em Angola, há dúvidas sobre possibilidade de a Assembleia Nacional criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar denúncias do major Pedro Lussati contra o chefe do SINSE, o general Fernando Garcia Miala.
Para assegurar a defesa do património que diz ser sua pertença e reputação, Isabel dos Santos contratou os serviços de alguns dos mais prestigiados advogados dos países em que trava batalhas judiciais contra o Estado angolano que, no âmbito do combate à corrupção, tenta reaver o dinheiro que alega ter sido desviado do erário. OPAÍS revela, na presente edição, quem são os advogados que estão a facturar milhões com a empresária.
O Bureau Político do MPLA instruiu todas as suas estruturas a nível nacional, provincial e municipal a promoverem actos de massas para travarem a pretensão do principal partido da oposição, UNITA, que visa "desalojar do poder" o Presidente da República, João Lourenço.
A Autoridade Reguladora da Concorrência angolana multou o Grupo Castel, dando razão à Associação dos Grossistas e Distribuidores de Bebidas e Alimentos de Angola (AGEDBAA), que denunciava práticas anticoncorrenciais que levaram à falência dezenas de empresas.
O ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola pediu hoje aos empresários chineses “mais investimentos” para a produção de alimentos, para o setor da habitação, indústria transformadora e comércio para potenciar a economia angolana.