Inocente e mal tratado pela Justiça e Comunicação Social. É assim que o general Bento “Kangamba” dos Santos se apresenta num longo texto de direito de resposta hoje publicado no Correio da Manhã, em reação a notícias que considera atentarem contra o “bom nome”. Em Portugal, Brasil ou França, onde o marido da sobrinha do presidente angolano se viu enredado nas malhas da Justiça, ninguém é poupado.
A direcção político-militar da FLEC/FAC denuncia o que diz ser um “comportamento irresponsável e inaceitável do Governo angolano” e “condena firmemente as declarações do ministro da Defesa angolano, João Gonçalves Lourenço, após a sua visita a Cabinda”.
O Secretariado Executivo do Comité Permanente da UNITA repudia e deplora veementemente as declarações do Ministro do Interior e do I Secretário Provincial de Luanda do MPLA, Bento Bento, segundo as quais, citamos " a UNITA está a mobilizar elementos afectos ao Movimento Revolucionário para efectuar manifestações violentas nas ruas de Luanda contra o MPLA e o seu líder durante a realização do V Congresso extraordinário desse partido, convocado para o próximo mês de Dezembro e que os integrantes do Movimento Revolucionário são membros da JURA cuja direcção funciona nas instalações da Rádio Despertar, em Viana ".
“os que fazem impossível uma revolução pacífica, fazem inevitável uma revolução violenta”. - J.F.K.
Como já está fixado pela História, a data de 11 de Novembro de 1975, acabou por ser o único ponto do Acordo de Alvor que foi respeitado pelos três signatários angolanos, para além da criação do efémero Governo de Transição, que não conseguiu muito mais do que tirar a “fotografia em família”, onde pelos vistos ficaram todos tremidos.
O Jornal de Angola voltou hoje a criticar Portugal num editorial que refere que “fazer carreira política” naquele país envolve “dizer mal” do Presidente, José Eduardo dos Santos, dos políticos e dos empresários angolanos.
O Tribunal Provincial de Luanda (TPL) retoma hoje o julgamento do rapto e homicídio de dois opositores do regime angolano, dois meses depois da suspensão provocada pela promoção militar de um dos arguidos do processo.
O secretário do comité de Luanda do MPLA para organização periférica e rural, Bento dos Santos “Kangamba”, apelou à vigilância dos militantes e simpatizantes do partido, face à atitude de certos partidos da oposição determinados em desestabilizar e criar má imagem do Executivo e do MPLA fora e dentro do país.
O ministro do Interior de Angola defendeu hoje em Luanda um "maior rigor" na concessão de vistos de trabalho, restringindo-os exclusivamente às especialidades em que mão-de-obra estrangeira seja justificada.
Protectorado da Lunda-Tchokwé envia mais provas de actos que considera genocídio com o seu povo.