O Governo de Angola vendeu pela primeira vez dívida pública emitida em kwanzas a um investidor estrangeiro, que comprou 4,5 mil milhões de kwanzas (9,1 milhões de euros) numa operação mediada pelo Standard Bank Angola.
O congresso não tinha como não ser reconhecido: Só se fosse mesmo por trungungo, vigarice e a arrogância habitual de que os angolanos já conhecem.
Toda e qualquer crise, conflito ou tensão deve ser resolvida a nível político-diplomática, e uma guerra é sinônimo de que a diplomacia não teve sucesso nas tratativas de um accordo de paz, e sendo que o conflito na Ucrânia já dura mais de um mês o Presidente Zelenskiy no dia 27/03/2022 fez uma declaração à uma colectiva da imprensa russa de que estava pronto a negociar a neutralidade da Ucrânia mas que não estava disposto a ceder territórios ucranianos à Rússia, e dois dias depois no dia 29 de Março houve então mais uma ronda de negociações entre Kiev e o Kremlin.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu nesta sexta-feira, em Luanda, que as eleições marcadas para o mês de Agosto deste ano “não devem ocorrer em ambiente de violência a nenhum nível”.
O Sindicato Nacional dos Médicos (Sinmea) angolano reiterou a manutenção da greve, que decorre desde 21 de março passado, e várias manifestações para os próximos tempos, a primeira programada para sábado.
Três organizações não-governamentais (ONG) angolanas denunciaram hoje, numa declaração pública, as “execuções sumárias” na via pública e em esquadras policiais perpetradas por agentes do Serviço de Investigação Criminal (SIC)”.
Os líderes da plataforma política Frente Patriótica Unida (FPU), composto pela UNITA, o projecto político PRA-JA-Servir Angola e Bloco Democrático (BD), criticaram, de “forma contundente”, a actuação dos órgãos de comunicação social públicos, os quais acusam de “apenas e só promoverem a imagem do regime contra a nação”, censurando “impiedosamente todos os outros concorrentes políticos, a sociedade civil e algumas igrejas”.
O presidente da Frente Nacional para a Libertação de Angola (FNLA, oposição) disse que “vai regressar, em breve”, ao Palácio Presidencial, onde hoje foi recebido pelo Presidente angolano, para apresentar as “preocupações” do partido que encontrou “completamente desorganizado”.
A Associação Justiça, Paz e Democracia elogia a “grande conquista” da paz em Angola, há 20 anos, mas lamenta a falta de diálogo e abertura para ouvir “pensamentos contrários” o que tem dificultado o desenvolvimento do país.
O presidente da UNITA, oposição em Angola, considerou hoje “positivo” o encontro que manteve com o Presidente angolano, João Lourenço, defendendo que o diálogo político-institucional “deve ser permanente”, sobretudo “quando se fala em alternância que ainda traz apreensões”.