A imagem de uma mulher com o rosto desfigurado, supostamente agredida pelo próprio marido e inspector-chefe na Polícia Nacional, tornou-se a mais recente denúncia pública contra a violência doméstica no país, agravada pela ligação do alegado agressor às autoridades.
O preço de um dólar norte-americano nas ruas de Luanda manteve-se nos últimos dias perto dos 600 kwanzas (3,6 euros), três vezes e meia acima da taxa oficial, mas a ação da polícia começa a limitar o negócio.
O Gabinete Provincial da Educação de Luanda proibiu, através de uma circular, a cobrança de valores monetários, fora do que está determinado, de supostas comparticipações aos pais e encarregados de educação nas escolas do ensino não universitário.
Ainda a ajustar-se ao novo "normal" do preço do barril do petróleo, o sector petrolífero já se depara com outra prova de resistência: O risco de paralisação dos trabalhadores, que ameaçam entrar em greve se os salários base - indexados ao dólar - não forem actualizados segundo a taxa de câmbio do Banco Nacional de Angola, divulgada diariamente.