O caso da missão diplomática em Portugal não é único. A Embaixada em Paris está na mesma situação
Os 80 funcionários da Embaixada de Angola em Lisboa estão a sofrer diretamente os efeitos da crise financeira que se abateu sobre Luanda. Desde março que a esmagadora maioria dos funcionários não recebe ordenados, apurou o Expresso junto de fonte diplomática. Cerca de 60 funcionários são de “recrutamento local”, os outros 20 são funcionários diplomáticos deslocados de Angola para Lisboa.
A Polícia Federal, a Receita Federal e especialistas do Ministério Público Federal têm indícios de que parte do dinheiro da corrupção de estatais e empreiteiras do Brasil foi ou está sendo "lavada" por uma rede de doleiros até então desconhecida, instalada em Angola.
O Banco BIC Portugal, cuja maior accionista é Isabel dos Santos (42,5%), está a ser alvo de dois processos de contra-ordenação por parte do Banco de Portugal (BdP), conta o “Jornal de Negócios” esta sexta-feira. Estes processos devem-se a falhas no modelo de concessão de crédito e a situações relacionadas com branqueamento de capitais.
Não fiquemos de braços cruzados, vamos lutar pelo que é nosso e conquistar a nossa vitória. Vamos deixar um bom futuro para os nossos filhos.
Quando a enfermidade nos possui, não escolhe quem é do MPLA ou de outro partido. Tanto os que apoiam a ditadura como os outros, todos serão prejudicados pela má governação. É o momento de nos convertermos à causa dos angolanos, porque se amamos o nosso país, temos que lutar por ele; é o momento do abandonarmos o MPLA e despirmos as vestes dos nossos partidos.