Inês Oliveira não obteve visto, apesar de ser convidada do Estado angolano. O motivo, acredita, foi o seu apoio público a Luaty Beirão e restantes presos políticos. O consulado alega que há apenas um atraso na atribuição do visto
A Amnistia Internacional considerou hoje que o julgamento de 15 ativistas angolanos detidos é um “teste crucial” à independência do sistema judiciário, apontando o prolongamento da prisão preventiva como um sinal de “justiça travestida” existente em Angola.
Um dos advogados que defende os 17 ativistas angolanos acusados de prepararem uma rebelião denunciou que foi hoje impedido de consultar o processo “por ordens superiores”, apesar do início do julgamento marcado para segunda-feira, em Luanda.