De acordo com o gestor do projecto, Mabuango Pedro, as obras de construção da sua infra-estrutura estão aceleradas, com uma execução física de 70 por cento.
O complexo, implantado num espaço de 450 metros quadrados, está dividido em cinco naves com 140 lojas.
Mabuango Pedro explicou que o projecto contempla também um hotel de quatro estrelas, com 200 quartos, que está a ser erguido num espaço adjacente ao supermercado.
“O hotel estará disponível para todos: tanto para aqueles que queiram alugar as nossas lojas, para turistas, viajantes, dentre outro. Além da área da restauração, teremos casino, lazer para as crianças e outros serviços”, afirmou.
Segundo o responsável, a ideia da sua construção surgiu com base no turismo que se está a desenvolver em grande escala a nível do país.
Tendo em conta a necessidade de infra-estruturas, como vias de acesso, água e iluminação pública, o proprietário da obra, Okulandissa, está já a negociar com a Administração Municipal da Catumbela para ajudar naquilo que for possível, no sentido de avançar com as obras de requalificação da zona.
O gestor considera que, em termos de turismo, a província de Benguela precisa de muitos investimentos, razão pela qual o grupo Okulandissa está preocupado em fazer a sua parte, olhando para o Corredor do Lobito, bem como o Aeroporto Internacional da Catumbela.
“Qualquer destas infra-estruturas, ferroviária, marítima e aeroportuária, está perto do hotel e isso vai favorecer os nossos negócios”, considerou.
Questionado sobre a oferta de emprego, disse que ainda não tem uma estimativa, mas vai priorizar a mão-de-obra local e para tal aconselha aos interessados a fazer cursos como gestão de hotelaria, atendimento ao público e outros, que serão necessários para a empresa.
Disse ainda que a forma de recrutamento será on-line, para evitar enchentes.
Aproveitou para alertar aos interessados sobre possíveis burladores que vão procurar intervir com orientações falsas, com objectivo de tirar dividendos.
“Tenham o cuidado de não entregar a documentação a qualquer pessoa, porque há muitos oportunistas que estão à espera de alguma distracção para cobrar valores que nada têm a ver com os requisitos da empresa”, alertou.
A construção daquela superfície comercial começou em Agosto de 2025, pela empreiteira chinesa CR20.

