Sexta, 03 de Julho de 2026
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Marcelo Rebelo de Sousa disse que a presença na tomada de posse de João Lourenço é um momento simbólico. O Presidente da República tinha sido criticado pelos ativistas angolanos, que continuam a afirmar que o Tribunal Constitucional favoreceu o MPLA.

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Calcula-se que 150 mil portugueses, no mínimo, trabalhem em Angola e os dois países têm trocas comerciais fortíssimas, além de toda uma história comum de muitos séculos.

Por Vítor Rainho

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O que vai fazer o Presidente eleito? Que medidas e ideias se vislumbram? Que alternativas tem para o país? São as questões que os angolanos colocam no momento. O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) venceu as eleições gerais de 23 de agosto, mantendo a maioria qualificada no Parlamento, com 150 deputados. João Lourenço é investido esta terça-feira, sucedendo a 38 anos de liderança de José Eduardo dos Santos.

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A qualquer momento pode pôr o cargo à disposição e abdicar também dos assentos no parlamento e no Conselho da República

Apesar da solidariedade que tem recebido de muitos militantes e das organizações de massas do partido, JURA e LIMA, na sequência da derrota nas eleições de 23 Agosto, Isaias Samakuva já manifestou, em privado, disposição de abandonar a presidência dos “maninhos”. O presidente da maior força política na oposição, que nas eleições passadas obteve 26,67% dos votos escrutinados, pode a qualquer momento dar por cessadas as suas funções.

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A UNITA pretende encontrar nas Nações Unidas a solução para a intolerância política em Angola, após a violência registada em várias províncias na sequência das eleições gerais, com agressões, ameaças de morte e vandalização de bens dos seus militantes.

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Marcelo justifica presença na investidura de João Lourenço com "amizade profunda" entre Portugal e Angola

O Presidente da República português destacou hoje, em Luanda, a "aproximação" entre Portugal e Angola fomentada por José Eduardo dos Santos ao longo de 38 anos como chefe de Estado angolano, mesmo com divergências pontuais.

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Angola defendeu hoje nas Nações Unidas que a "pacificação do país foi definitivamente alcançada" e a "gradual consolidação da democracia é um facto", após a realização das eleições gerais, em que foi eleito um novo Presidente, João Lourenço.

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