Quatro dirigentes da UNITA, Alcides Sakala, Kamalata Numa, José Pedro Catchiungo e Raul Danda formalizam hoje a sua candidatura à liderança do partido, segundo a comissão organizadora do XIII Congresso Ordinário do partido.
Na primeira página de 7 de outubro de 1992, o Diário de Notícias dava destaque a uma reportagem de Ferreira Fernandes, enviado especial a Angola.
Com fortes palpitações no coração está também Higino Carneiro, o antigo governador provincial de Luanda, colocado desde fevereiro último sob vigilância por alegado envolvimento num “crime de peculato, violação das normas de execução orçamental, abuso de poder e branqueamento de capitais”.
O Governo angolano formalizou a abertura do concurso internacional para adjudicar a concessão do terminal multiusos do Porto de Luanda, segundo um despacho presidencial publicado no Diário da República.
Faltavam quatro meses para as eleições gerais de 2017 em Angola, já com indicadores de que a transparência e o fim da promiscuidade na relação entre gestores públicos e privados estariam em foco na campanha eleitoral, quando João Lourenço deixou de fazer parte da estrutura acionista do Banco Sol, colocando as suas ações em nome de uma sociedade anónima registada em nome de cinco pessoas.
O líder parlamentar da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, é o primeiro dos cinco pré-candidatos à liderança do partido a anunciar a entrega das assinaturas necessárias para formalizar a candidatura, informou o partido num comunicado.
O plenário da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) aprovou, as Bases Gerais para a Preparação, Organização e realização das Eleições Autárquicas, que deverão realizar-se em 2020.