O MPLA, partido no poder em Angola, apresentou hoje o seu Programa de Governo 2022-2027, que reafirma a continuidade de várias das políticas implementadas nos últimos cinco anos e propõe reduzir a taxa de desemprego de 33% para para 25%.
A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, considerou hoje que o legado de José Eduardo dos Santos fica marcado por uma "asfixia democrática" e por um "regime de terror, medo e perseguição".
A UNITA, maior partido da oposição angolana, lembrou o ex-Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, como um "homem de fino trato, com quem se podia dialogar até nos momentos mais conturbados das disputas interpartidárias".
A histórica militante do MPLA Ângela Bragança considerou hoje que, depois de morte de José Eduardo dos Santos, os angolanos devem "unir-se em torno do Presidente João Lourenço", defendendo "exéquias dignas" da figura do antigo Presidente.
O antigo primeiro secretário nacional da juventude do MPLA Boavida Neto disse que os últimos tempos de vida de José Eduardo dos Santos mostraram "uma situação muito constrangedora" e acrescentou que "convém não vasculhar nem rebuscar coisas que não interessam".
O conselheiro do Presidente angolano Fernando Pacheco lamentou hoje a forma como Luanda tratou o ex-Presidente José Eduardo dos Santos, com a comunicação social pública a ignorar o "difícil período" que viveu nos últimos tempos.
O ativista angolano Hitler Samussuku defendeu hoje que a governação de João Lourenço “praticamente esvaziou” o ódio que o movimento revolucionário angolano tinha por José Eduardo dos Santos e hoje os ativistas têm até compaixão pelo ex-presidente de Angola.