O presidente da CASA-CE, Manuel Fernandes, assegura que a agremiação partidária não vai “atirar a toalha ao tapete”, apesar do descalabro originado pela perda de todos os mandatos no Parlamento.
A UNITA defende que, mesmo com a divulgação dos resultados finais pela Comissão Nacional de Eleições, o processo eleitoral ainda não está terminado.
Abel Chivukuvuku, candidato da UNITA à vice-Presidência de Angola, apelou à calma, defendendo que “os resultados supostamente definitivos divulgados pelo Presidente da CNE, só são mesmo da CNE e do MPLA de João Lourenço”.
A futura presidente da Assembleia Nacional de Angola, segundo os dados da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), afirmou hoje que a gestão de um parlamento sem maioria constitucional será diferente e existe “sentido de Estado” e “patriotismo” dos deputados.
O presidente do MPLA foi à sede do partido, em Luanda, dizer que tem toda a legitimidade para governar nos próximos cinco anos, que o mau resultado em Luanda não tem importância porque não eram eleições locais e que a oposição pode, como a lei prevê, recorrer dos resultados.
Ativistas da Sociedade Civil Contestatária angolana denunciaram perseguições e detenções arbitrária no período pós-eleitoral, lamentando terem sido impedidos de realizar uma conferência de imprensa, em Luanda, que estava prevista para esta manhã.
O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) venceu as eleições em Angola com 51% dos votos contra 44% da UNITA, segundo os resultados definitivos hoje anunciados pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE).