Destacado dirigente histórico do MPLA e ex-primeiro-ministro da Angola, Marcolino Moco é hoje uma das vozes mais sonantes no país – e dissonantes publicamente em relação ao poder instituído. No seu último livro, propõe que o país substitua a “Constituição Eduardista de 2010”, um documento “chico-espertista” que considera um foco de tensões no país. Com um presidente menos todo-poderoso e maior representação étnica e regional, Angola teria a ganhar estabilidade e os parceiros internacionais deixariam de precisar de, com frequência, fazer o papel de “bombeiros”, defende.
O excesso de cargos no Governo angolano custa caro aos cofres do Estado, sobretudo, num momento em que o país enfrenta uma crise económica e financeira, a todos os níveis.
Oposição parlamentar diz nunca ter recebido qualquer documentação sobre as actividades do fundo
Deputado e secretário provincial da Unita revela incidentes no sábado, 23, em Cuando Cubango.
A subcomissão de candidaturas à presidência do MPLA, partido no poder desde 1975, ainda não recebeu nenhum processo, mas, segundo apurou o Novo Jornal, há vários membros da direcção interessados em entrar na corrida.
Em entrevista à Renascença, Isaías Samakuva considera que os laços históricos entre os dois países são “mais importantes do que interesses de determinado grupo”.
Kofi Annan defende que os líderes africanos devem abandonar os seus cargos no fim dos mandatos e devem evitar excluir a oposição nas eleições para reduzir conflitos no continente.