O Presidente angolano autorizou um acordo de financiamento com o Banco Mundial no valor de 250 milhões de dólares (234 milhões de euros) para apoiar as transferências de poderes fiscais para os municípios e reforçar a gestão financeira.
Especialistas angolanos em Direito consideram que o convite feito pelo Chefe de Estado à presidente do Tribunal de Contas (TC), Exalgina Gamboa, para se demitir do cargo destapa o véu da “crise grave” no sistema de justiça.
O novo modelo que vai permitir a Portugal atribuir uma autorização de residência de forma automática aos imigrantes da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) entra em vigor na quarta-feira, segundo a portaria hoje publicada.
Partidos políticos angolanos consideraram hoje que Angola vai começar um ano judicial “atípico”, marcado pelo suposto envolvimento de juízes em casos de corrupção, defendendo uma reflexão para “devolver ao país a dignidade que esta área precisa”.
O Presidente angolano, João Lourenço anunciou hoje que a presidente do Tribunal de Contas (TdC) "deixou de ter condições" para exercer o cargo e convidou-a a demitir-se, o que ainda não aconteceu.
David Mendes, cujo mandato de deputado terminou no ano passado (2022), continua de "pedra e cal" contra o líder da UNITA e considera-o «um perigo» para Angola caso ascenda ao poder. Na presente Grande Entrevista ao NJ, o jurista, que não poupa críticas ao sistema judiciário e a membros do MPLA, que supostamente se terão juntado à oposição para garantir a sua sobrevivência, justifica o apoio ao Presidente João Lourenço, por identificar no também Chefe de Estado o propósito genuíno de endireitar o País.
O MPLA (Movimento Popular para a Libertação de Angola) gastou 1,9 mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros) com as ações de campanha realizadas no âmbito das eleições gerais de agosto de 2022. Este montante é 700 vezes superior ao permitido por lei.