Jornalista Luis Carlos
Licenciado em Jornalismo e Ciências Sociais é Administrador do site Angola 24 Horas
A oposição em Angola, liderada pela UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola), enfrenta crescentes críticas por sua postura após as eleições gerais de 2022. O partido tem sido desafiado por setores da sociedade, especialmente jovens, que pedem uma abordagem mais combativa, inspirada no exemplo de Venâncio Melan, figura de destaque nas recentes eleições de Moçambique.
Angola está a trabalhar para corrigir as 17 insuficiências relacionadas com a prevenção e combate ao branqueamento de capitais, com vista a retirar o país da lista de monitorização reforçada do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI) antes de 2027 e tornar o seu sistema robusto.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, negou, nesta sexta-feira, 17, ter negociado com o MPLA — com a participação conivente do governo português e de outros partidos na oposição —, o resultado das eleições de 2022, conforme afirmou o jornalista e comentador Ricardo Costa, durante um debate na estação televisiva SIC Notícias, na última terça-feira, 14.
O Bloco Democrático (BD) reiterou a posição do coordenador geral do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, que defende que a Frente Patriótica Unida (FPU) passe a ser uma coligação formal, tendo em vista as eleições de 2027. A UNITA disse recentemente que mantinha "a determinação da manutenção e do alargamento da FPU com os actuais e futuros parceiros em prol da alternância política que Angola clama.