A guerra no Ocidente, em Africa e no Médio Oriente continua. Continua como um eco que não se cansa de repetir a mesma tragédia, dia após dia. Há quem aplauda o seu eclodir, quem a justifique com discursos estratégicos, ideológicos ou económicos. E há quem chore. Eu estou entre os que choram — não por fraqueza, mas por humanidade.