Um desfile civil e militar com exibição das Forças Armadas Angolanas e integrando 10.000 participantes é o ponto alto das comemorações dos 40 anos da independência de Angola, a 11 de novembro.
O desespero instala-se entre os familiares e amigos dos 15 ativistas cívicos que estão presos desde junho. O prazo legal para os manter presos sem culpa formal acabou. Alguns dos jovens estão em greve de fome.
A Frelimo, partido no poder em moçambique, acusou hoje o líder da Renamo de agir como um fora de lei e terrorista, avisando que, a continuar com o mesmo comportamento, Afonso Dhlakama não terá lugar em Moçambique.