O Líder da UNITA e coordenador da Frente Patriótica Unida (FPU), Adalberto Costa Júnior, acusou esta quinta-feira, 04 de Agosto, a Televisão Pública de Angola, de tentativa de manipulação à resolução do Congresso de Senadores dos Estados Unidos da América, cujo objectivo centra-se no desejo à transparência, justiça e liberdade eleitoral, em Angola.
O embaixador da China em Angola, Gong Tao, destacou hoje as boas relações bilaterais entre o país asiático e africano, que encara como “país irmão”, e que vão continuar após as eleições.
O maior partido da oposição angolana, UNITA, nesta quinta-feira, 04 de Agosto, em Luanda, viu-se obrigado a interromper, repentinamente, uma actividade política, tendo evocado motivos de segurança.
A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) angolana disse hoje que “não recebe ordens superiores” e que age “no estrito cumprimento da lei”, referindo que contagem paralela de votos, propalada pela sociedade civil e partidos na oposição, “é ilegal”.
África, com destaque para Angola, é um mercado atraente para os investidores, mas repleto de riscos neste período que antecede as eleições angolanas, considera a analista Laura Seara Cabeça, do Risk Advisory Group.
Um grupo de cidadãos angolanos vai interpor um processo contra o Presidente da República e quatro meios públicos angolanos por falta de isenção, classificando a comunicação social pública como “instrumento de propaganda política do partido do governo” (MPLA).
O maior partido da oposição angolana, UNITA, em transmissão de mensagem de segurança no futuro de governação inclusiva e participativa, nesta quarta-feira, 03 de Agosto, alertou a população da Huíla que, Angola, tem sido governada pelo mesmo partido político, mesma mentalidade monolítica, mesmo programa de governação, mesmos actores, mesmo projecto de sociedade e tem tido os mesmos resultados.
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) desejou ao povo angolano que nas eleições do próximo dia 24 se liberte da ditadura e oligarquia do Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA) e apelou ao boicote no enclave.
Nas sondagens que o MPLA encomendou em 2017, a empresa SENSUS, os resultados davam-lhe vitória na casa dos 30%, mas se a UNITA e CASA-CE se juntassem controlariam o parlamento.
O presidente da UNITA, principal partido da oposição, culpou hoje o MPLA, partido que governa Angola desde 1975 pela pobreza e atraso no desenvolvimento do país, em mais um apelo à alternância.