O Tribunal Supremo notificou quatro partidos da oposição angolana para intervir na ação popular contra o Presidente angolano e os órgãos de informação públicos, pela "falta de isenção e tratamento desigual" ou se serão representados pela sociedade civil.
O antigo vice-primeiro-ministro português Paulo Portas justificou hoje a sua presença em Angola, como observador eleitoral convidado do Presidente angolano, em nome das relações diplomáticas dos dois países.
Nesta segunda-feira, 22 de Agosto, último dia da Campanha eleitoral dos partidos políticos e coligação de partidos políticos para o pleito de 24 de Agosto, o antigo primeiro-ministro angolano, Marcolino Moco, recorreu às redes sociais para reafirmar às suas declarações de voto consciente ao maior partido da oposição, UNITA.
A Polícia Nacional de Angola negou hoje ter orientado as empresas de segurança para que entreguem as suas armas, alertando para que não obedeçam a estas instruções e apelando à calma e à vigilância.
Em entrevista à CNN Portugal, Adalberto Costa Júnior apelou à população para que na quarta-feira se mantenha nas imediações das mesas de voto para “dificultar as manobras possíveis de troca das urnas”
Em entrevista exclusiva à CNN Portugal, Adalberto Costa Júnior garante que a UNITA vai conseguir chegar ao poder em Angola. João Lourenço, do MLPA e atual presidente angolano, declinou o convite para ser entrevistado
A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) só recebeu duas credenciais para os seus delegados de lista em Lisboa e no Porto, disse hoje à Lusa o mandatário do maior partido da oposição angolana.
O deputado italiano Fulvio Martusciello apelou hoje aos responsáveis europeus que condenem “firmemente” potenciais tentativas de fraude nas eleições angolanas de 24 de agosto e pediu informações sobre uma eventual suspensão da Internet no país.
O líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) apelou hoje aos eleitores que sigam o exemplo de Cabo Verde, onde existe “alternância democrática” e “uma verdadeira democracia”, ao contrário do que diz suceder em Angola.